Centro de Desportos da UFSC inaugura novo bloco administrativo

08/10/2015 13:10
Prédio do CDS abrigará direções, secretarias, salas de aula e de professores. Foto: Jair Quint / Agecom / UFSC

Prédio do CDS abrigará direções, secretarias, salas de aula e de professores. Foto: Jair Quint / Agecom / UFSC

O prédio da administração do Centro de Desportos (CDS) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) foi inaugurado na manhã desta quinta-feira, 8, em Florianópolis. A edificação de cinco pavimentos – com subsolo – abrigará direções, secretarias, gabinetes de professores e salas para atividades de ensino. A obra de 2.755,53 m², contratada no valor de R$ 8.685.944,50, foi realizada entre dezembro de 2013 e setembro de 2015.

De acordo com informações do Departamento de Fiscalização de Obras (DFO) da Universidade, o prédio conta com um auditório com capacidade de 46 pessoas, oito salas de coordenadorias, 31 gabinetes de professores, duas salas de aula, seis salas de secretarias, sala para chefia de departamento, sala para subchefia, sala para direção, sala para vice-direção, sala de apoio administrativo, sala de reuniões, sala de reprografia, sala técnica, almoxarifado, sala para empresa júnior, duas salas de estágios, três salas de revistas, três salas de alunos e um elevador. Quatro dos cinco pavimentos possuem copa, área de serviço, sala técnica de climatização e quatro sanitários.

“Essa obra representa um divisor de águas. Esperamos desenvolver o melhor do Centro para a nossa comunidade, que tem muita relação com as nossas atividades esportivas”, afirmou o diretor do CDS, Edison Roberto de Souza. O professor mencionou a importância da pista sintética de atletismo da UFSC, inaugurada em 26 de março de 2015, e da recuperação das quadras externas para o desenvolvimento das atividades do CDS. “Mais de três mil pessoas circulam pelo Centro semanalmente”, disse.

A reitora Roselane Neckel agradeceu o trabalho de todos que colaboraram para a realização da obra. “Hoje é um dia muito importante para o CDS. O Centro é um produtor de conhecimento – reconhecido nacional e internacionalmente pelo trabalho na graduação e na pós-graduação – e é essencial no desenvolvimento de políticas de saúde para as comunidades interna e externa”, afirmou. O vice-diretor do Centro, Luciano Lazzaris Fernandes, pró-reitores, diretores, docentes, técnicos-administrativos em Educação (TAEs) e estudantes do CDS participaram da cerimônia.

 

Bruna Bertoldi Gonçalves/ Jornalista / Diretoria-Geral de Comunicação / UFSC

imprensa.gr@contato.ufsc.br

UFSC é a segunda melhor federal brasileira em ‘Transferência de Conhecimento’ no ranking do Times Higher Education

05/10/2015 08:43

Foi divulgado, no dia 30 de setembro, o World University Rankings 2015-2016, do Times Higher Education (THE), instituto que avalia, a cada ano, as melhores universidades do mundo, segundo as missões fundamentais: Ensino (Teaching), Pesquisa (Research), Transferência de Conhecimento (Knowledge Transfer) e Visão Internacional (International Outlook).

As categorias têm os seguintes pesos: Ensino (30%), considerando-se o ambiente de ensino; Pesquisa (30%), levando-se em conta volume, recursos e reputação; Citações (30%), o impacto da pesquisa; Visão Internacional (7,5%), que inclui o corpo docente, estudantes e pesquisa; e Recursos Provenientes das Indústrias (2,5%), transferência de conhecimento.

O Brasil tem 17 universidades classificadas entre as melhores do mundo: sete privadas e estaduais, e dez federais. Entre as federais, a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) obteve as seguintes posições: segunda em Transferência de Conhecimento (empatada com a UFRJ); quarta em Visão Internacional; quinta em Citações; e sexta em Ensino e em Pesquisa.

Para a reitora Roselane Neckel, “é sempre um orgulho ver a UFSC cada vez melhor em avaliações nacionais e internacionais. Sem dúvida, tal desempenho é fruto de muito trabalho, e, em nome da UFSC, parabenizo toda a comunidade universitária por mais esta conquista”.

O THE explica a categoria Transferência de Conhecimento como sendo a capacidade de ajudar a indústria com inovações, invenções e consultoria, o que se tornou missão fundamental da universidade global contemporânea. Essa categoria procura traduzir a transferência de conhecimento analisando quanto em recursos de pesquisa uma instituição recebe da indústria (em conformidade com as parcerias público-privadas), em proporção ao corpo docente empregado. A categoria aponta quanto as empresas estão dispostas a investir em pesquisa e a capacidade da universidade de atrair investimentos no mercado comercial – indicadores valiosos da qualidade institucional.

As universidades são classificadas até a posição 200 e, a partir desse número, são posicionadas em grupos: 201-250, 250-300, 501-600 e 601-800.

17 universidades brasileiras entre as melhores do mundo

As sete universidades estaduais e privadas são: Universidade de São Paulo (USP), 251-300; Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), 351-400; Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC- RJ), 501-600; Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR), 601-800; Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC- RS), 601-800; Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), 601-800; e Universidade Estadual Paulista (Unesp), 601-800. As dez federais: Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), 501-600; Universidade de Brasília (UnB), 601-800; Universidade Federal da Bahia (UFBA), 601-800; Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), 601-800; Universidade Federal do Paraná (UFPR), 601-800; Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), 601-800; Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), 601-800; Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), 601-800; Universidade Federal de Viçosa (UFV), 601-800; e Universidade Federal de Lavras (UFLA), 601-800.

 As cinco melhores universidades mundiais

A California Institute of Technology (EUA) foi a primeira colocada do THE. A seguir vêm a University of Oxford (Reino Unido), Stanford University (EUA), University of Cambridge (Reino Unido) e Massachusetts Institute of Technology (EUA).

Alita Diana/ Jornalista da Agecom/DGC/UFSC

Claudio Borrelli/Revisor de Textos da Agecom/Diretoria-Geral de Comunicação/UFSC

Resposta ao colunista Cacau Menezes – 23/09/2015

23/09/2015 11:42

Ao contrário do que diz a nota “Situação Grave”, publicada no Diário Catarinense na última terça-feira, 22 de setembro, a Universidade Federal de Santa Catarina é uma entidade autônoma, cuja administração não tem qualquer vínculo partidário.

Cabe-nos destacar que os atos da Gestão da UFSC são anualmente apresentados em relatório que é avaliado e aprovado pelos Conselho de Curadores e Conselho Universitário, instâncias máximas da instituição. Este documento é igualmente submetido ao Tribunal de Contas da União (TCU) e está disponível on-line para consulta. O relatório representa a prestação de contas da Universidade, detalhando dados sobre execução orçamentária e financeira, bem como informações sobre governança e relacionamento com a sociedade.

Aproveitamos para informar que, no que tange a sua qualidade acadêmica, a Universidade é referência não só no Brasil como no exterior, e dados recentes ajudam a comprovar o reconhecimento cada vez maior e a qualidade do trabalho desenvolvido pela comunidade universitária. Destacamos alguns deles a seguir:

1. a UFSC acaba de ser premiada, pela primeira vez, na Categoria Mérito Institucional do Prêmio Jovem Cientista, do CNPq;

2. mais de 90% dos cursos de graduação da UFSC avaliados pelo Guia do Estudante Abril, edição 2016, foram considerados excelentes ou muito bons;

3. a Universidade destacou-se na edição 2015 do Ranking de Universidades QS: América Latina por ter ganhado 17 posições, alcançando a 24ª posição na classificação geral – entre as brasileiras a UFSC é a 10ª; entre as federais, a 6ª;

4. a UFSC classificou-se na 8ª posição entre as universidades brasileiras e na 5ª entre as federais, no Nature Global Index, de acordo com o número bruto de artigos (article count – AC);

5. a UFSC é uma das 18 brasileiras presentes no ranking 2015 do Center for World University Rankings (CWUR), que classifica as mil melhores instituições de ensino superior do mundo, estando na 10ª colocação entre as universidades nacionais e na 6ª entre as federais;

6. cinco teses desenvolvidas na UFSC receberam o Prêmio Capes de Tese 2015 e duas foram agraciadas com menções honrosas. Este foi o melhor desempenho da Universidade na premiação.

7. na edição 2015 do Ranking Universitário Folha (RUF), que avaliou 192 instituições do país, a UFSC é a 7ª melhor posicionada – entre as federais, é a 4ª. No quesito Qualidade de Ensino, a UFSC é a 5ª colocada geral.

Por fim, repudiamos a insinuação de que haveria qualquer interferência da Administração Central no conteúdo das provas do Vestibular. A história deste concurso é de independência e lisura, sendo também por isso respeitado não apenas em Santa Catarina, mas em todo o Brasil.

Reitoria da Universidade Federal de Santa Catarina.

UFSC sobe uma posição e é a 5ª em ‘Qualidade de Ensino’ no Ranking Universitário Folha 2015

14/09/2015 11:59

O jornal Folha de S. Paulo divulgou a edição 2015 do Ranking Universitário Folha (RUF), que avaliou 192 instituições do país. A avaliação foi composta de cinco indicadores que, juntos, somavam 100 pontos. A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), em relação ao Ranking 2014, permaneceu como a 7ª melhor posicionada – entre as federais, é a 4ª. No quesito Qualidade de Ensino, a UFSC passou da 6ª para a 5ª posição na colocação geral; nos quesitos Pesquisa e Mercado, a UFSC também subiu: da 10ª para a 9ª posição, e da 22ª para a 20ª, respectivamente.RUF 2015

Para a reitora Roselane Neckel, “isto é a demonstração de que a UFSC é uma referência nacional, graças ao trabalho intenso e contínuo de homens e mulheres comprometidos com a instituição e sua função social. Ser a quinta universidade do país em Qualidade de Ensino, além de subir posições nos quesitos Pesquisa e Mercado, é um orgulho para todos nós. Agradecemos esta conquista e parabenizamos a comunidade universitária por ela”.

A UFSC recebeu as seguintes pontuações:  

Pesquisa: 38,84 (de um total de 42) – 9ª colocação geral;

 Qualidade de Ensino: 29,99 (de um total de 32) – 5ª colocação geral;

Inovação: 3,77 (de um total de 4) – 8ª colocação geral;

Internacionalização: 3,38 (de um total de 4) – 12ª colocação geral;

Mercado:  (inserção no mercado de trabalho)  16,06 (de um total de 18) – 20ª colocação geral;

 Nota final:  92,04 (de um total de 100) – 7ª colocação geral.

As dez melhores universidades, por ordem de classificação, são: Universidade de São Paulo (USP), Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Universidade do Estado de São Paulo (Unesp), Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Universidade Federal do Paraná (UFPR), Universidade de Brasília (UnB) e Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).

As 40 carreiras com mais ingressantes no país foram classificadas pelo Ensino e pela Avaliação de Mercado. A UFSC teve 36 cursos de graduação avaliados, já que não oferece os de Biomedicina, Marketing e Propaganda, Moda, e Turismo. O curso de  Engenharia Mecânica obteve a primeira classificação geral em Ensino.

Além desse, 24 cursos da UFSC ficaram entre os dez melhores do país: Administração de Empresas (9º); Agronomia (10º); Arquitetura e Urbanismo (10º); Ciências da Computação (7º); Ciências Contábeis (7º); Design (5º); Direito (8º – Qualidade de Ensino); Enfermagem (7º); Engenharia Civil (6º); Engenharia Sanitária e Ambiental (5º); Engenharia de Controle e Automação (6º); Engenharia de Produção (7º); Engenharia Elétrica (4º); Engenharia Química (8º); Farmácia (10º); Fisioterapia (4º– Avaliação de Mercado); Jornalismo (5º– Qualidade de Ensino); Letras (9º); Nutrição (7º– Avaliação de Mercado); Odontologia (9º); Psicologia (9º); Química (10º); Serviço Social (7º) e Sociologia (9º – Qualidade de Ensino).

 Cursos avaliados:

Alita Diana/ Jornalista da Agecom/DGC/UFSC

Claudio Borrelli / Revisor de Textos da Agecom / DGC / UFSC

Relatório da CGU apresenta redução de recomendações feitas à UFSC

11/09/2015 15:19

O Plano de Providências Permanente (PPP) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) é um documento que agrupa as recomendações originárias das auditorias realizadas pela Controladoria-Geral da União (CGU) a partir de 2008. A Universidade recebeu, em julho, o relatório emitido pelo órgão. O balanço aponta que 65 das 227 recomendações foram atendidas, 111 canceladas – por perda de objeto em função do tempo decorrido, conteúdos abarcados em recomendações posteriores ou devido a alterações de normas – e 51 estão pendentes de atendimento.

De acordo com o auditor-chefe da UFSC, Aldo Felipe da Mata, a redução dos números representa a possibilidade de a Universidade avaliar a evolução dos níveis de controle interno. “A redução demonstra um avanço desses controles, que precisam ser constantemente aprimorados pela incorporação de novos sistemas, a capacitação continuada dos gestores e dos servidores e a revisão e aprimoramento dos atos normativos internos.”

Em 2014, a CGU fez a revisão do Plano por meio de um de seus auditores, que realizou testes para verificar as condições das recomendações. Proporcionar ao órgão a infraestrutura necessária para o desenvolvimento dos trabalhos é uma das funções da Auditoria Interna (Audin) da UFSC. “Como exemplos de recomendações atendidas, podemos citar a inclusão dos processos administrativos disciplinares ao sistema próprio de acompanhamento da CGU, o aprimoramento da divulgação da Carta de Serviços ao Cidadão e a informatização do controle unificado do pagamento de bolsas pelas fundações de apoio”, informa o auditor-chefe da Universidade.

A equipe da Audin é formada por oito profissionais, que trabalham para executar ações de auditoria nos processos da Universidade, definidos anualmente a partir de planejamento aprovado pela CGU e pelo Conselho Universitário (CUn). A Audin também assessora os gestores da UFSC na relação com os órgãos de controle, como a CGU e o Tribunal de Contas da União (TCU). “A auditoria interna tem desenvolvido ações que objetivam verificar a regularidade dos processos administrativos e operacionais da UFSC e recomendar melhorias dos controles internos que ataquem as causas, sempre que se detecta alguma irregularidade”, afirma Aldo.

Entre as recomendações pendentes de atendimento estão as referentes à regularização de áreas para terceiros, regularização fundiária dos imóveis da Universidade e gestão de resíduos recicláveis. “Muitas destas estão em fase de implementação, mas dependem, muitas vezes, de instâncias deliberativas para sua implantação, ou de instâncias externas para aprovação, como é o caso dos imóveis”, explica Aldo.

Bruna Bertoldi GonçalvesJornalista / Diretoria-Geral de Comunicação / UFSC

UFSC disponibiliza relatório de atividades 2014/2015

28/08/2015 12:21

Já está disponível a edição 2014/2015 do UFSC em Ação, relatório com uma síntese das atividades referentes ao período compreendido entre março de 2014 e o primeiro semestre de 2015. Descrita no Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) da Universidade, a publicação é dirigida a autoridades do estado e do país e a gestores da instituição. A coletânea tem como propósito dar visibilidade a ações consideradas estratégicas em diversos campos. O documento está dividido em três partes: Gestão; Ensino e Pesquisa; e Comunidade.

 

 

Informe sobre reabertura do Restaurante Universitário

19/08/2015 23:33

A Administração Central da Universidade Federal de Santa Catarina informa que:

1. respeita o direito constitucional de greve;
2. o fechamento do Restaurante Universitário (RU), em junho, deveu-se à greve nacional dos técnicos-administrativos em Educação (TAEs);
3.  solicitou ao Comando Local de Greve dos Servidores Técnico-Administrativos em Educação , conforme noticiado  em 29 de junho, a reabertura do RU, tendo em vista a necessidade de atender  os estudantes;
4.realizou reuniões com o Diretório-Central dos Estudantes (DCE) nas quais foram apresentados relatos sobre a  gravidade da situação para os alunos em decorrência do fechamento do Restaurante Universitário.

Diante deste contexto, foram feitos encaminhamentos administrativos  – todos com base legal – que irão viabilizar a reabertura do RU até 31 de agosto de 2015, oferecendo almoço e jantar.  Tal medida visa proporcionar condições de permanência aos estudantes, fundamentais para a Universidade Federal de Santa Catarina, uma instituição que conta hoje com mais de 2 mil alunos em situação de vulnerabilidade socioeconômica.

Florianópolis,  19 de agosto de 2015.

Administração Central

Universidade Federal de Santa Catarina

Departamento de Segurança da UFSC funciona em nova sede

24/07/2015 20:11

A partir desta semana o Departamento de Segurança Física e Patrimonial da Universidade Federal de Santa Catarina (Deseg/UFSC) passa a atender em novas instalações, no antigo prédio do Departamento de Administração Escolar (DAE), localizado na principal rótula de acesso ao campus, à Rua Roberto Sampaio Gonzaga. A mudança definitiva da maioria dos serviços do Deseg foi efetuada nesta terça-feira, dia 21. Apenas o serviço de alarme e videomonitoramento segue funcionando na sede antiga e será gradativamente levado à nova sede, para que não haja interrupção do serviço.

O diretor do Deseg, Leandro Luiz Oliveira ressalta que a transferência para o novo prédio é uma antiga demanda do setor, e vem sendo planejada há alguns meses. “O prédio passou por uma extensa reforma para estar adequado ao nosso uso. Desde o início do mês de julho estamos nos mudando aos poucos, uma vez que o nosso serviço é ininterrupto”, salienta. “A partir da terça-feira é que começamos efetivamente a atender da nova sede e estamos muito felizes em estar aqui. Acreditamos que a nova localização agiliza o nosso atendimento e irá melhorar significativamente a qualidade do nosso serviço”, complementa Leandro.

Atualmente, a UFSC conta com 47 vigilantes do quadro de servidores efetivos e 261 vigilantes terceirizados que atendem aos campi de Araranguá, Blumenau, Curitibanos, Florianópolis e Joinville.

Os telefones de atendimento do Deseg continuam inalterados e o plantão 24 horas já funciona na nova sede. Para falar com o Deseg, ligue:

Plantão/Emergência: 3721-9555 / 3721-5050

Administração: 3721-9442 / 3721-2380 / 3721-6235

Setor de Investigação: 3721-5037 / 3721-5051

Monitoramento: 3721-5038 / 3721-2381

Base Integrada UFSC/KHRONOS: 3721-2382

Direção: 3721-4578

E-mail:

Mayra Cajueiro Warren
Jornalista/Diretoria-Geral de Comunicação

UFSC investe mais de R$ 6 milhões em infraestrutura na Fazenda Experimental Ressacada

17/07/2015 20:15

Investimentos da ordem de R$ 6 milhões vem sendo aplicados em obras de infraestrutura de ensino, pesquisa e extensão na Fazenda Experimental Ressacada, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Já estão em operação um novo bezerreiro, um centro de manejo de gado de corte e infraestrutura de manejo de água. Além disso foram finalizadas as obras de um novo reservatório e a construção e revitalização do galpão de máquinas e de armazenamento de insumos e equipamentos. Outros projetos estão em desenvolvimento, como a construção de um galpão para os cursos do Departamento de Fitotecnia, um centro de manejo de ovinos e obras da subestação e infraestrutura da rede de energia, de telecomunicações e circuito fechado de TV.

A maioria das obras ficaram prontas em 2014. “A Fazenda recebeu investimentos importantes. Hoje o local conta com uma estrutura mais adequada à diversidade de projetos executados por professores, técnicos e estudantes. Muitas pessoas trabalharam e continuam trabalhando para que estas mudanças se tornassem realidade, atendendo a uma demanda legítima da comunidade do CCA”, salienta a reitora Roselane Neckel.

Crescimento pela qualidade

Estrutura de Manejo de Água, obras financiada pela UFSC e CT-Infra. (Foto: Jair Quint/Fotógrafo da Agecom/DGC/UFSC)

O diretor do Centro de Ciências Agrárias (CCA), José Carlos Fiad Padilha, destaca que, após uma avaliação baixa do curso de Agronomia entre os anos de 2008 e 2012, o Centro priorizou os investimentos na Fazenda, com a implantação de novas unidades e mais recursos humanos. “Abrimos mão de algumas necessidades aqui do centro, para que a Fazenda fosse prioritária. Com isso, na avaliação seguinte, conseguimos o conceito máximo (5) para o curso e desde então estamos sendo muito bem avaliados”, salienta Padilha.

Desde então, foram instaladas unidades de ovinocultura, e recentemente a Fazenda finalizou uma boa estrutura de bovinocultura, com o novo bezerreiro e o projeto de manejo de gado de corte. As necessidades de crescimento da Fazenda demandaram a obra, já em execução, da ampliação da rede de energia e do manejo de água. Além disso, em 2013, em um acordo com a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) e o Governo do Estado de Santa Catarina para a ampliação do Aeroporto Internacional Hercílio Luz, a UFSC cedeu um espaço de 47,8 hectares por uma área equivalente, pertencente ao Centro de Formação e Aperfeiçoamento da Celesc (CeFA).

Atualmente a Fazenda é utilizada como suporte para várias disciplinas dos cursos de graduação em Agronomia, Engenharia de Aquicultura e Zootecnia, além de programas de pós-graduação em Recursos Genéticos Vegetais, Ciência de Alimentos, Aquicultura e Agroecossistemas, entre outros. “A Fazenda da Ressacada é um apoio muito importante para nós, e para o Brasil. O país precisa de pessoas com treinamento de alto nível, para desenvolver novas tecnologias, e ganhar o mercado. Assim, com ensino e pesquisa de qualidade, poderemos melhorar as produções”, conclui o diretor Padilha.

Investimentos CT-Infra

Dois projetos terminados em 2014, o Centro de Manejo de Gado de Corte e o de Manejo de Água, foram custeados, em parte, com apoio do CT-Infra – programa da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), criado para viabilizar a modernização e ampliação da infraestrutura e dos serviços de apoio à pesquisa. Foram investidos recursos CT-Infra da ordem de R$ 470 mil.

“O funcionamento desta estrutura irá certamente melhorar muito as condições da pesquisa, além de incrementar a estrutura da Fazenda Ressacada como um todo”, ressalta o pró-reitor de Pesquisa, Jamil Assreuy. A Propesq, por meio do Departamento de Projetos e sua Coordenadoria de Projetos Institucionais realizou a gestão dos recursos CT-Infra para as novas construções, e para a aquisição de cinco máquinas agrícolas para pesquisas agroambientais na Fazenda.

Infraestrutura como diferencial

O médico veterinário da Fazenda Ressacada, Thiago Mombach, explica que toda semana a área recebe um número expressivo de estudantes de graduação, além de projetos de pesquisa e extensão. “A Fazenda é extremamente produtiva na área científica. No último semestre, só a área de ovinos recebeu mais de 30 aulas práticas. Com bovinos e equinos temos aulas toda semana. Em pesquisa, são seis experimentos acontecendo simultaneamente. Recentemente recebemos 60 agricultores de um projeto do Ministério do Desenvolvimento Agrário para capacitar produtores de tabaco em ovinocultura e produção de hortaliças”, enumera Mombach. “A fazenda está em plena ebulição, bem conectada com a realidade rural, crescendo de acordo com o mercado e com as necessidades de ensino, e tentando se posicionar sempre à frente em termos de conhecimento e de estrutura”, complementa o médico veterinário.

Os projetos com animais tiveram um importante avanço em 2014 com a finalização das obras de bovinocultura. Outras duas estruturas – um centro de ordenha para bovinos, que aguarda recursos, e um centro de manejo de ovinos, já em construção – estão previstas.

As estruturas finalizadas contam com conceitos modernos de instalações rurais, explica o professor Luiz Carlos Pinheiro Machado Filho, responsável pelos projetos com bovinos. “Hoje estamos muito bem servidos, planejamos instalações abertas com vistas a receber o sol – principal instrumento de sanidade animal. Todas as instalações levam em conta o que a ciência apresenta de mais moderno, tanto em termos de bem-estar animal, orientação solar, comportamento animal, e a ergonomia do ser humano que vai trabalhar aqui”, detalha Pinheiro Machado.

O Centro de Manejo de Gado de Corte, em especial, foi planejado para possibilitar o trabalho com animais de grande porte de forma confortável, interligado via internet com os sistemas de ensino e pesquisa da UFSC. O Centro conta, ainda, com um laboratório básico de reprodução, onde é possível manter amostras para inseminação dos animais, realizar análise de sangue, fezes, urina e fluido ruminal.

Outro investimento também finalizado em 2014 foram as obras de manejo de água. O engenheiro agrônomo Nuno de Campos Filho, coordenador técnico da Fazenda, explica que as novas estruturas são de grande importância para as atividades desenvolvidas tanto com lavouras como no trato com os animais. “Temos aqui um solo muito arenoso, com um lençol freático bastante superficial, além de estarmos com pouca altura em relação ao mar e às áreas de mangue. Sem esse investimento tínhamos problemas sérios de alagamento com a subida das marés e excesso de chuvas, e, nos períodos de seca, também”, ressalta. Com o sistema recém-implantado de drenagens, será possível controlar a altura da água no solo, a hidratação do solo ideal para pastos e lavouras, além de manter um grande reservatório de água para a instalação, em breve, de um sistema de irrigação.

O investimento mais significativo é o de expansão elétrica e de dados da Fazenda. São mais de R$ 3 milhões investidos na construção, em andamento, de uma subestação e de toda a infraestrutura subterrânea de rede de energia elétrica, além de infraestrutura de telecomunicações e circuito fechado de TV. Com a finalização dessas obras será possível levar energia elétrica estável e rede telefônica e de internet para toda a Fazenda, o que reflete nos projetos de irrigação e na utilização de laboratórios como os que estão sendo colocados no Centro de Manejo de Gado de Corte.

 

 

 

Mayra Cajueiro Warren
Jornalista/Diretoria-Geral de Comunicação

Fotos: Jair Quint/Fotógrafo da Agecom/DGC/UFSC

Conselho aprova institucionalização dos campi

10/07/2015 20:09

Os campi da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) em Araranguá, Blumenau, Curitibanos e Joinville foram oficialmente contemplados no Regimento Geral da instituição. A inserção imediata das novas unidades foi tomada com apenas três votos contrários, na tarde de sexta-feira, 10 de julho, em sessão especial do Conselho Universitário (CUn), com a aprovação do relatório da conselheira e diretora do Centro de Ciências Biológica (CCB), Sônia Gonçalves.

Simultaneamente, foi criado um grupo de trabalho que inclui os diretores gerais dos campi e dois representantes da sede, com objetivo de uniformizar as possíveis alterações e ajustes no Regimento, Estatuto e Resoluções, cujos dispositivos estejam diretamente vinculados à institucionalização das novas unidades. No período de transição, a atual estrutura administrativa dos campi será mantida.

A incorporação dos campi na forma de “unidades universitárias”, conforme o parecer da relatora, passou em 2013 por uma “série de discussões sobre possíveis estratégias para a institucionalização dos campi”. O Grupo de Trabalho para a Institucionalização dos Campi (GTIC) foi criado e elaborou um documento contendo duas propostas. A primeira delas prevê a ocorrência desse processo de institucionalização dos campi da UFSC em duas etapas complementares, iniciando pela criação dos centros e departamentos. A segunda proposta, a pronta institucionalização dos campi fora de sede como campi com centros e departamentos.

De acordo com a conselheira Sônia, “é nosso entendimento, salvo melhor juízo, que há consenso entre as duas propostas no tocante à oficialização quanto à formalização dos centros de ensino e departamentos, uma vez que as duas propostas apresentam no seu desenho estrutural a entidade de Centro(s) e Departamento(s)”.

Assim, o relatório sugeriu a oficialização imediata das unidades universitárias (centros de ensino) e departamentos. “No entanto, é imprescindível que tal decisão venha simultaneamente acompanhada de encaminhamentos subsequentes, que firmemente assegurem a continuidade desse processo de institucionalização dos campi, mediante o estabelecimento e o cumprimento de cronogramas de atividades e prazo para a finalização dos trabalhos, recomendável não ser superior a seis meses.”

A sugestão acatada pelo CUn foi “a formação de um grupo de trabalho que envolva a participação de representantes que atuem como agentes ‘aglutinadores e uniformizadores’ de propostas e/ou ajustes de princípios, que contemplem as especificidades dos campi, pautando-se em uma metodologia de trabalho definida e que possibilite uma uniformização das questões em aberto e relacionadas aos campi”.

Histórico

Os campi da UFSC em Araranguá, Curitibanos e Joinville foram criados em 2008, pelas resoluções 027/CUn/2008, 026/CUn/2008 e 025/Cun/2008, respectivamente; o de Blumenau, em 2013, pela resolução 019/CUn/2013 – entretanto, nunca foram formalmente incluídos na estrutura organizacional da Universidade. De acordo com a exposição de motivos da reitora Roselane Neckel, após várias discussões, “concluiu-se que a UFSC não deveria ter uma estrutura diferenciada em seus campi (sede ou avançada), e que, para tanto, os campi deveriam ser organizados em unidades universitárias – conforme estabelecido no artigo 6º do Estatuto da UFSC”.

Segundo o relatório da professora Sônia, a “solução já fora indicada pelo conselheiro Edison da Rosa, nos pareceres nº 32/CUn/2008, 31/CUn/2008 e 30/CUn/2008, aprovados por este Conselho e referentes à criação dos campi em Araranguá, Curitibanos e Joinville”. Nos relatos, ele ressaltava que, além das atividades administrativas usuais das unidades universitárias, nos campi fora da sede devem ser executadas atividades tipicamente realizadas pela Reitoria no campus sede, propondo a criação de uma secretaria administrativa para cada um deles.

O  CUn irá realizar uma sessão especial, com a finalidade única de revisar a proporcionalidade na representação, em sua composição, de alunos e servidores técnico-administrativos em Educação. A adição das novas unidades irá ampliar o número de docentes no CUn, como foi notado pelo então representante discente, Giovanny Simon, em fevereiro de 2014, gerando uma desproporção na representatividade.

Caetano Machado/Jornalista/Agecom/UFSC