Conheça Lúcia Helena Corrêa Lenzi, coordenadora de Ações Sociais em Extensão

03/05/2013 19:45

Professora na UFSC há mais de 30 anos, doutora em Educação e apaixonada por fotografia, Lúcia Helena Corrêa Lenzi assumiu, no dia 24 de abril de 2013, a Coordenadoria de Ações Sociais em Extensão da PROEX (Pró-Reitoria de Extensão), criada recentemente. Integrante do Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária (PRONERA) desde 2001 e atualmente membro da Comissão Nacional Pedagógica desse programa, Lúcia Helena possui grande experiência com movimentos sociais e projetos de extensão. Tanto em seu mestrado quanto no doutorado, ela discutiu a educação de jovens e adultos do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) na interface com a fotografia.

Lúcia Helena Corrêa Lenzi, coordenadora de Ações Sociais em Extensão
(Foto: Gabriela Dequech – AI/UFSC)

Lúcia Helena começou sua trajetória como professora no Colégio de Aplicação da UFSC, logo após concluir sua graduação em Educação Física na UDESC. Ao longo dos anos em que trabalhou nessa área, conheceu as histórias dos alunos e de seus pais e se envolveu com projetos vinculados a crianças que apresentavam dificuldades de aprendizagem. “Eu não me via mais apenas como professora de Educação Física na perspectiva do desporto”, conta. “Eu me via como educadora, e como educadora me faltava conhecimento. Foi aí que busquei a faculdade de Psicologia”.

De 1992 a 1995, durante sua graduação em Psicologia pela UNIVALI, Lúcia Helena jamais parou de dar aulas. Ela costuma dizer que a UFSC é sua vida: “Eu sou apaixonada pela instituição. Foi onde de fato aprendi a ser educadora. Fiz mestrado e doutorado aqui, trabalhei aqui, minhas duas filhas estudaram no Colégio de Aplicação, fizeram graduação e uma delas fez mestrado – tudo aqui na UFSC”. O novo cargo na instituição é considerado um desafio, principalmente porque o conceito de “extensão” ainda gera controvérsias na comunidade e mesmo entre acadêmicos. “Precisamos estimular debates para reformular, ampliar esse conceito”, afirma a professora.

A Coordenadoria de Ações Sociais em Extensão foi criada também com a intenção de aproximar os movimentos sociais da Universidade. Para obter esses resultados, a PROEX está planejando organizar um fórum aberto com os movimentos sociais e fortalecer a relação com a comunidade. Outras atividades importantes serão consolidar a formação de extensionistas durante a graduação e mapear todos os projetos e ações de extensão da Universidade. “Pretendemos melhorar a relação entre universidade e sociedade” diz Lúcia Helena Corrêa Lenzi. “Por isso, acredito que a palavra-chave da nova gestão é ‘transformação’”.

Gabriela Dequech Machado
Estagiária na Assessoria de Imprensa do Gabinete da Reitoria 

Conheça Adriano Lima, novo diretor do Departamento de Projetos, Contratos e Convênios da UFSC

22/04/2013 12:14

Em meio a pilhas de papéis, pastas cheias de documentos e telefones tocando o tempo todo, Adriano Lima realiza suas primeiras tarefas como novo diretor do Departamento de Projetos, Contratos e Convênios (DPC) da Pró-Reitoria de Administração (PROAD). O servidor técnico é graduado e mestre em Filosofia pela UFSC, foi professor de inglês por onze anos e começou sua carreira na Universidade por acaso, quando uma colega de trabalho, hoje sua esposa, insistiu para que ele fizesse o concurso que acabara de ser aberto.

Adriano Lima, diretor do Departamento de Projetos, Contratos e Convênios (DPC) da Pró-Reitoria de Administração (Proad).
Foto: Henrique Almeida/Agecom/UFSC

Adriano Lima assumiu o cargo de diretor do DPC no dia 1º de abril deste ano e diz estar muito feliz com sua conquista. Ele conta que, durante sua graduação em Filosofia, se imaginava trabalhando no meio acadêmico, como docente. Trabalhou por onze anos como professor de inglês, mas descobriu que não era bem isso que queria: “Eu estava procurando um novo emprego e apareceu esse concurso, que na verdade eu não tinha pretensão nenhuma em fazer. Mas aí a Luciana, minha esposa, que era apenas minha colega na época, me convenceu, e eu posso dizer que hoje em dia eu estou muito satisfeito. Foi uma escolha bem acertada.”

Seu primeiro trabalho dentro da Universidade foi na Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (PRAE), em 2008, na área de contratos de concessão. Lima pretende aproveitar sua experiência nesse setor para otimizar a tramitação de contratos entre os diversos departamentos da instituição, melhorar a comunicação entre coordenadorias e evitar que serviços essenciais da UFSC sejam afetados pelo mau andamento dos processos contratuais.

O novo diretor acredita que seu maior desafio na gestão será estruturar o DPC, que foi criado há menos de um ano. “Como o Departamento é muito novo, a minha prioridade é resolver as pendências para que tudo funcione corretamente e de forma harmônica”, diz. “Acho que devemos buscar fazer sempre o melhor; existem sempre formas de melhorar as coisas, mesmo as que já dão certo”.

Gabriela Dequech Machado
Estagiária na Assessoria de Imprensa do Gabinete da Reitoria – UFSC

Conheça Leandro Machnicki, novo diretor de Patrimônio da UFSC

11/04/2013 12:36

Em menos de uma semana como diretor, Leandro Machnicki já sabe que os desafios e obstáculos de chefiar o Departamento de Gestão Patrimonial (DGP) da Pró-Reitoria de Administração (PROAD) serão enormes. Graduado em Design, Machnicki trabalhou na administração de empresas privadas, morou em mais de dez países e está terminando a especialização em Gestão do Design. Acredita que o trabalho em equipe é fundamental para uma boa gestão e pretende utilizar a criatividade e a metodologia herdada do Design para inovar em seu novo cargo.

Leandro Machnicki começou a trabalhar na UFSC em 2011, como assistente em Administração, no mesmo departamento onde hoje é diretor. Agora, seu primeiro desafio como diretor do DGP é elaborar um planejamento estratégico para definir metas e objetivos que serão conquistados a longo prazo. O novo diretor do Departamento de Gestão Patrimonial acredita que “não se fazem grandes mudanças em grandes passos; elas devem ser feitas em pequenas etapas”.

Leandro Machnicki, novo diretor de Patrimônio da UFSC

Uma dessas etapas é a descentralização da gestão de bens, que envolve a capacitação dos agentes patrimoniais de departamentos dentro do campus de Florianópolis e a autonomização dos campi de Joinville, Araranguá e Curitibanos. Até o final deste ano, o diretor pretende concluir aproximadamente 40% do inventário do patrimônio atual da UFSC.

Leandro Machnicki pretende dar maior flexibilidade à sua equipe e reestruturar as funções, para que todos tenham o melhor desempenho possível. Outro passo importante será documentar os processos existentes no Departamento, de modo que os conhecimentos adquiridos estejam sempre disponíveis e possam ser aprendidos e aplicados. O novo diretor do DGP afirma que vai fazer tudo que puder para alcançar seus objetivos de forma dinâmica e criativa.

Gabriela Dequech Machado
Estagiária na Assessoria de Imprensa do Gabinete da Reitoria – UFSC

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