Departamento de Compras da UFSC publica versão atualizada de manual para compras públicas

19/02/2016 10:27

O Departamento de Compras (DCOM) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), vinculado à Pró-Reitoria de Administração (Proad), publicou, no final de janeiro, uma nova versão do Manual de Compras da instituição. O documento tem a função de orientar todos os responsáveis pelas licitações a incluir processos que agilizem e garantam a qualidade dos materiais permanentes adquiridos. O arquivo está disponível em PDF para download.

Além de revisar procedimentos, selos de garantia e normas de qualidade a serem exigidos nas licitações, a atualização do Manual de Compras incluiu novas categorias como “Importação” e “Exportação”, para orientar as aquisições. A versão atual contempla orientações para compras nas modalidades de Pregão, Dispensa, Inexigibilidade e Adesão – também conhecida como “carona” por contemplar a utilização de ata de registro de preços de outra instituição –, todos para bens duráveis e de consumo.
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Departamento de Licitações promove concorrência pública para a ocupação de espaços na UFSC

20/01/2016 13:30

O Departamento de Licitações (DPL/PROAD) da UFSC, por meio de sua Comissão Especial de Licitações (CEL), irá realizar uma série de certames sob a modalidade de Concorrência Pública, cuja regulamentação segue as diretrizes da Lei Geral de Licitações. As disputas licitatórias são realizadas presencialmente e contam com a transmissão ao vivo por meio do portal do DPL.

Os editais com as regras para a disputa destas concorrências poderão ser obtidas gratuitamente no sítio do Departamento de Licitações. Havendo dúvidas, o interessado deverá entrar em contato pelo e-mail As sessões públicas são realizadas no Térreo do Prédio 2 da Reitoria da UFSC, na avenida Desembargador Vitor Lima, 222, Trindade, sempre às 9h30, na sala de Licitações Presenciais do DPL.

A entrega dos envelopes deverá ocorrer sempre anteriormente a este horário, de acordo com o previsto em cada Edital e diretamente no Departamento de Licitações, que fica na sala 501 do mesmo prédio. O instituto da concessão de uso de espaço pertencente a Administração Pública, consiste na transferência do uso de bens públicos ao ente privado. Esta prática é regulada pelas normas e diretrizes contidas na Lei n.º 8.666/93. A execução será consolidada por meio de contrato administrativo pelo qual, a UFSC irá outorgar a terceiros a utilização privativa de um bem de seu domínio, para que explore segundo os termos e condições estabelecidas, a qual será onerosa em favor da UFSC e por prazo certo.
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UFSC inaugura Usina de Alimentos no Centro de Ciências Agrárias

26/11/2015 09:47

Um prédio de dois pavimentos que simula uma indústria de alimentos, com área total de 593,20 m², composto de ambientes técnico-didáticos que serão utilizados por oito cursos de © Pipo Quint / Agecom / UFSCgraduação e por alunos de pós-graduação da Universidade. Essa é a descrição da Usina de Alimentos da UFSC, inaugurada na manhã da última segunda-feira, 23, no Centro de Ciências Agrárias (CCA), localizado no bairro Itacorubi, em Florianópolis.

O espaço será utilizado pelos cursos de graduação em Ciência e Tecnologia de Alimentos, Agronomia, Zootecnia, Nutrição, Farmácia, Química, Aquicultura e Engenharia de Alimentos e pelo Programa de Pós-Graduação em Ciência dos Alimentos (PGCAL) da UFSC. “Essa obra vai proporcionar melhores condições de estudo e trabalho para estudantes, técnicos e docentes. Será um laboratório compartilhado, que vai qualificar ainda mais os cursos da Universidade”, afirmou a vice-reitora, Lúcia Helena Martins Pacheco.

A construção da Usina de Alimentos teve início em janeiro de 2012. Em 2013, ano previsto para conclusão da obra, a empresa contratada abandonou os trabalhos e foi penalizada após conclusão de processo administrativo instaurado pela Universidade. De acordo com o diretor do Departamento de Fiscalização de Obras (DFO), Rodrigo Bossle Fagundes, em 2014 foi feita a atualização do orçamento e lançada nova licitação. A obra foi retomada em outubro daquele ano. A reitora Roselane Neckel agradeceu o trabalho das equipes da Pró-Reitoria de Administração (Proad), do DFO e do Departamento de Projetos de Arquitetura e Engenharia (Dpae) da UFSC. “Esse prédio faz parte de um conjunto de obras realizadas nos últimos três anos. Temos, nesse momento, 54 mil metros quadrados de obras em execução na Universidade”, disse.

© Pipo Quint / Agecom / UFSCO vice-diretor do CCA, Pedro Luiz Manique Barreto, informou que a transferência dos equipamentos de oito laboratórios localizados no bloco A do prédio do Departamento de Ciência e Tecnologia de Alimentos será feita no período de recesso letivo. “Estamos indo para uma infraestrutura adequada, que simula as condições industriais. Nós podemos atender 70 alunos ao mesmo tempo, duas turmas de 35 alunos simultaneamente, uma no piso superior e outra no inferior”, contabilizou Barreto.

Os laboratórios de tecnologia de alimentos, tecnologia de carnes e derivados, tecnologia de pescado e derivados, tecnologia de óleos e gorduras, tecnologia de frutas e hortaliças, tecnologia de leite e derivados, tecnologia de panificação, tecnologia de cereais e laboratório de processos fermentativos serão instalados no novo espaço, que também alocará uma sala de aula. A edificação possui uma plataforma elevatória para portadores de necessidades especiais.De acordo com informações do DFO da UFSC, foram investidos R$

Reitoras da UFSC e diretores do CCA fizeram o descerramento da placa de inauguração da Usina de Alimentos em cerimônia realizada no dia 23 de novembro.

Reitoras da UFSC e diretores do CCA fizeram o descerramento da placa de inauguração da Usina de Alimentos em cerimônia realizada no dia 23 de novembro.

1.345.492,20 na obra.

Segundo a chefe do Departamento de Ciência e Tecnologia de Alimentos, Ana Carolina Maisonnave Arisi, a Usina de Alimentos é uma antiga reivindicação. “Estamos todos, docentes, servidores e estudantes, muito orgulhosos. A excelência acadêmica é o maior objetivo a ser atingido”, disse. “Na última avaliação in loco do Enade, o curso de Ciência e Tecnologia de Alimentos obteve nota 4. A infraestrutura física e laboratorial conta bastante. Acreditamos que, com a Usina de Alimentos, tenhamos melhora no conceito”, avaliou o vice-diretor do CCA. “Todos os outros cursos do CCA têm nota máxima, 5, no Enade”, lembrou o diretor do Centro, José Carlos Fiap Padilha.

O chefe de gabinete da Reitoria, Carlos Antônio Oliveira Vieira, a coordenadora do Curso de Ciência e Tecnologia de Alimentos, Elane Schwinden Prudêncio, a engenheira civil responsável pela fiscalização da obra, Maria Helena Giacomazzi, estudantes, técnicos e docentes participaram da cerimônia.

Confira a matéria produzida pela TV UFSC: https://youtu.be/Ux1OomnFzAw

 

Fotos: Pipo Quint /Agecom / DGC / UFSC / agecom@contato.ufsc.br

Bruna Bertoldi Gonçalves / Jornalista / DGC / UFSC / imprensa.gr@contato.ufsc.br

UFSC apresenta Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos à comunidade

30/10/2015 10:51

A apresentação do Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS) da UFSC à comunidade foi realizada na tarde da última quarta-feira, 28, no Auditório da Engenharia de

A pró-reitora de Administração Adjunta, Lúcia Maria Loch Goes, o pró-reitor de Planejamento e Orçamento, Antonio Cezar Bornia, a coordenadora do PGRS da UFSC, Sara Meireles, o coordenador de Gestão Ambiental da Universidade, Fernando Sant’ Anna, e o prefeito do Campus, Nailor Novaes Boianovsky, participaram do evento. Foto: Henrique Almeida/Agecom/UFSC

Produção e Sistemas (EPS), no Centro Tecnológico (CTC), integrando as atividades da Semana Campus Lixo Zero. Cerca de 100 pessoas, entre técnicos-administrativos em Educação (TAEs), docentes, estudantes e membros da comunidade externa, participaram do evento.

O PGRS é um instrumento de gestão previsto na Política Nacional de Resíduos Sólidos que consiste em um diagnóstico detalhado do gerenciamento de resíduos na universidade e propõe programas, metas e ações para a adequação às normativas legais e técnicas vigentes, em especial à Política Nacional de Resíduos Sólidos, ao Plano Nacional de Resíduos e ao Decreto Federal nº 5940/2006, que institui a Coleta Seletiva Solidária.

O documento estará disponível para consulta pública entre os dias 3 e 23 de novembro pelo site gestaoderesiduos.ufsc.br. A minuta foi elaborada com o apoio da equipe técnica da Coordenadoria de Gestão Ambiental (CGA) e de nove estagiários de Engenharia Sanitária e Ambiental. Os trabalhos começaram em setembro de 2014. “Espera-se que o PGRS seja participativo e abrangente, representando a realidade e trazendo os esforços necessários para a gestão integrada de resíduos sólidos, visando uma maior compatibilidade das ações praticadas na instituição a saúde do trabalhador e do meio ambiente”, afirma a engenheira sanitarista e ambiental da Prefeitura Universitária (PU) e coordenadora do PGRS da UFSC, Sara Meireles.

A engenheira sanitarista e ambiental da UFSC, Sara Meireles, apresentou o Plano para cerca de 100 pessoas. Foto: Henrique Almeida/Agecom/UFSC

Recicláveis, rejeitos, orgânicos, resíduos de construção e demolição, de podas e capina, eletroeletrônicos e de patrimônio, de serviços de saúde e laboratoriais – químicos e infectantes -, e de logística reversa – lâmpadas, pilhas, baterias, agrotóxicos, óleos lubrificantes, pneus, eletroeletrônicos e agrotóxicos – estão entre os principais resíduos gerados pela Universidade. “Para abranger essa complexidade, foi elaborado um minucioso e detalhado plano que permitirá, com sua implantação, a resolução dos problemas atuais e a correta destinação dos resíduos, gerando economia de recursos, diminuição de impactos ambientais e inclusão social”, explica a administradora da Coordenadoria de Gestão Ambiental da UFSC, Gabriela Mota Zampieri.

A UFSC produz cerca de 140 toneladas de resíduos convencionais por mês. A coleta é feita pela Companhia Melhoramentos da Capital (Comcap), com destinação ao aterro sanitário localizado na cidade de Biguaçu. “São aproximadamente 46 toneladas de resíduos orgânicos. Do restante, estima-se que 38 toneladas sejam rejeitos e 56 toneladas, recicláveis”, informa a engenheira sanitarista e ambiental da Universidade. Por ano, são contabilizados cerca de 500 quilos de pilhas e baterias. A média mensal é de 2,5 toneladas de resíduos químicos, 12 toneladas de resíduos infectantes e 1.500 lâmpadas.

A comunidade é convocada a participar das ações e dos programas que serão implementados por meio do PGRS. “É possível colaborar com a redução do consumo, quando possível; reuso de materiais; redução do desperdício – principalmente no RU -; uso de técnicas laboratoriais que gerem menor quantidade de resíduos, com reuso; diminuição da quantidade de reagentes ou tratamento do efluente final; segregação do material na fonte para encaminhamento à coleta seletiva solidária, quando houver; manutenção da limpeza e saúde ambiental do campus, entre outras iniciativas”, destaca Sara.

Mais informações em gestaoderesiduos.ufsc.br e gestaoambiental.ufsc.br.

Bruna Bertoldi Gonçalves / Jornalista / Diretoria-Geral de Comunicação / UFSC / 

UFSC desenvolve manual de orientação para compras públicas sustentáveis

21/10/2015 08:32

A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) elaborou um manual para orientar a aplicação de critérios de sustentabilidade em compras públicas. O guia foi desenvolvido em conjunto por estudantes de Engenharia Sanitária e Ambiental, representantes da Pró-Reitoria de Administração (Proad) e da Pró-Reitoria de Planejamento e Orçamento (Proplan). Dos 110 processos licitatórios para aquisição de material de consumo e permanente realizados entre agosto e outubro, 63 contemplaram a inclusão de pelo menos um critério de sustentabilidade.

O projeto visa incentivar e orientar a inclusão de critérios de preservação do meio ambiente nas licitações da UFSC. O arquivo está disponível em PDF e pode ser acessado por meio deste link. O manual é o primeiro documento de um projeto intitulado “Inclusão de Critérios Ambientais nas Compras e Contratações da UFSC”, o qual procura estimular práticas sustentáveis nas instituições fornecedoras que pretendem concorrer às licitações da Universidade. Ao solicitar certificados de segurança, selos de proteção ambiental e economia de energia, as empresas interessadas nas licitações começam a se adequar para atender a essas exigências.

Uma segunda iniciativa, contemplada pelo mesmo projeto, está focada na aplicação dos critérios ambientais nas licitações para contratação de empresas prestadoras de serviços. Além de leis, selos e certificados adquiridos pelas empresas fornecedoras de serviço, este manual específico contará com orientações na seleção de companhias que cumpram com as exigências legais de proteção à natureza, economia de energia e normas de segurança no trabalho.

O professor e coordenador do projeto, Fernando Sant’Anna, conta que o desenvolvimento durou cerca de dois anos, contemplando pesquisas em selos e critérios legais a serem ponderados na seleção de empresas para participarem da licitação. Os pesquisadores tomaram como base os parâmetros utilizados por instituições públicas com amplo reconhecimento no setor de responsabilidade socioambiental, como o Tribunal de Contas da União (TCU).

A diretora do Departamento de Compras (DCOM) da UFSC, Karen Pereira Alvares, explica que os critérios estão sendo aplicados em médio prazo para que as empresas consigam se adequar às exigências sustentáveis: “No geral, as instituições de maior porte atendem a um maior número de requisitos ambientais tanto em termos de qualificação de produto (especificação do material) quanto em qualificação da empresa (licença ambiental, plano de gerenciamento de resíduos sólidos, certificações de processos)”.

Incluir critérios de sustentabilidade nas compras e contratações federais é uma maneira de as instituições mobilizarem os fornecedores a buscarem práticas com maior impacto socioambiental. Dados do International Centre for Sustainable Development apontam que as licitações correspondem a aproximadamente 10% do PIB brasileiro e que a adoção de medidas de preservação do meio ambiente é uma forma de estimular o mercado na movimentação de produtos e de soluções que economizem água e energia.

Gabriel Daros Lourenço / Estagiário de Jornalismo / DGC / UFSC / imprensa.gr@contato.ufsc.br

UFSC investe mais de R$ 6 milhões em infraestrutura na Fazenda Experimental Ressacada

17/07/2015 20:15

Investimentos da ordem de R$ 6 milhões vem sendo aplicados em obras de infraestrutura de ensino, pesquisa e extensão na Fazenda Experimental Ressacada, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Já estão em operação um novo bezerreiro, um centro de manejo de gado de corte e infraestrutura de manejo de água. Além disso foram finalizadas as obras de um novo reservatório e a construção e revitalização do galpão de máquinas e de armazenamento de insumos e equipamentos. Outros projetos estão em desenvolvimento, como a construção de um galpão para os cursos do Departamento de Fitotecnia, um centro de manejo de ovinos e obras da subestação e infraestrutura da rede de energia, de telecomunicações e circuito fechado de TV.

A maioria das obras ficaram prontas em 2014. “A Fazenda recebeu investimentos importantes. Hoje o local conta com uma estrutura mais adequada à diversidade de projetos executados por professores, técnicos e estudantes. Muitas pessoas trabalharam e continuam trabalhando para que estas mudanças se tornassem realidade, atendendo a uma demanda legítima da comunidade do CCA”, salienta a reitora Roselane Neckel.

Crescimento pela qualidade

Estrutura de Manejo de Água, obras financiada pela UFSC e CT-Infra. (Foto: Jair Quint/Fotógrafo da Agecom/DGC/UFSC)

O diretor do Centro de Ciências Agrárias (CCA), José Carlos Fiad Padilha, destaca que, após uma avaliação baixa do curso de Agronomia entre os anos de 2008 e 2012, o Centro priorizou os investimentos na Fazenda, com a implantação de novas unidades e mais recursos humanos. “Abrimos mão de algumas necessidades aqui do centro, para que a Fazenda fosse prioritária. Com isso, na avaliação seguinte, conseguimos o conceito máximo (5) para o curso e desde então estamos sendo muito bem avaliados”, salienta Padilha.

Desde então, foram instaladas unidades de ovinocultura, e recentemente a Fazenda finalizou uma boa estrutura de bovinocultura, com o novo bezerreiro e o projeto de manejo de gado de corte. As necessidades de crescimento da Fazenda demandaram a obra, já em execução, da ampliação da rede de energia e do manejo de água. Além disso, em 2013, em um acordo com a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) e o Governo do Estado de Santa Catarina para a ampliação do Aeroporto Internacional Hercílio Luz, a UFSC cedeu um espaço de 47,8 hectares por uma área equivalente, pertencente ao Centro de Formação e Aperfeiçoamento da Celesc (CeFA).

Atualmente a Fazenda é utilizada como suporte para várias disciplinas dos cursos de graduação em Agronomia, Engenharia de Aquicultura e Zootecnia, além de programas de pós-graduação em Recursos Genéticos Vegetais, Ciência de Alimentos, Aquicultura e Agroecossistemas, entre outros. “A Fazenda da Ressacada é um apoio muito importante para nós, e para o Brasil. O país precisa de pessoas com treinamento de alto nível, para desenvolver novas tecnologias, e ganhar o mercado. Assim, com ensino e pesquisa de qualidade, poderemos melhorar as produções”, conclui o diretor Padilha.

Investimentos CT-Infra

Dois projetos terminados em 2014, o Centro de Manejo de Gado de Corte e o de Manejo de Água, foram custeados, em parte, com apoio do CT-Infra – programa da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), criado para viabilizar a modernização e ampliação da infraestrutura e dos serviços de apoio à pesquisa. Foram investidos recursos CT-Infra da ordem de R$ 470 mil.

“O funcionamento desta estrutura irá certamente melhorar muito as condições da pesquisa, além de incrementar a estrutura da Fazenda Ressacada como um todo”, ressalta o pró-reitor de Pesquisa, Jamil Assreuy. A Propesq, por meio do Departamento de Projetos e sua Coordenadoria de Projetos Institucionais realizou a gestão dos recursos CT-Infra para as novas construções, e para a aquisição de cinco máquinas agrícolas para pesquisas agroambientais na Fazenda.

Infraestrutura como diferencial

O médico veterinário da Fazenda Ressacada, Thiago Mombach, explica que toda semana a área recebe um número expressivo de estudantes de graduação, além de projetos de pesquisa e extensão. “A Fazenda é extremamente produtiva na área científica. No último semestre, só a área de ovinos recebeu mais de 30 aulas práticas. Com bovinos e equinos temos aulas toda semana. Em pesquisa, são seis experimentos acontecendo simultaneamente. Recentemente recebemos 60 agricultores de um projeto do Ministério do Desenvolvimento Agrário para capacitar produtores de tabaco em ovinocultura e produção de hortaliças”, enumera Mombach. “A fazenda está em plena ebulição, bem conectada com a realidade rural, crescendo de acordo com o mercado e com as necessidades de ensino, e tentando se posicionar sempre à frente em termos de conhecimento e de estrutura”, complementa o médico veterinário.

Os projetos com animais tiveram um importante avanço em 2014 com a finalização das obras de bovinocultura. Outras duas estruturas – um centro de ordenha para bovinos, que aguarda recursos, e um centro de manejo de ovinos, já em construção – estão previstas.

As estruturas finalizadas contam com conceitos modernos de instalações rurais, explica o professor Luiz Carlos Pinheiro Machado Filho, responsável pelos projetos com bovinos. “Hoje estamos muito bem servidos, planejamos instalações abertas com vistas a receber o sol – principal instrumento de sanidade animal. Todas as instalações levam em conta o que a ciência apresenta de mais moderno, tanto em termos de bem-estar animal, orientação solar, comportamento animal, e a ergonomia do ser humano que vai trabalhar aqui”, detalha Pinheiro Machado.

O Centro de Manejo de Gado de Corte, em especial, foi planejado para possibilitar o trabalho com animais de grande porte de forma confortável, interligado via internet com os sistemas de ensino e pesquisa da UFSC. O Centro conta, ainda, com um laboratório básico de reprodução, onde é possível manter amostras para inseminação dos animais, realizar análise de sangue, fezes, urina e fluido ruminal.

Outro investimento também finalizado em 2014 foram as obras de manejo de água. O engenheiro agrônomo Nuno de Campos Filho, coordenador técnico da Fazenda, explica que as novas estruturas são de grande importância para as atividades desenvolvidas tanto com lavouras como no trato com os animais. “Temos aqui um solo muito arenoso, com um lençol freático bastante superficial, além de estarmos com pouca altura em relação ao mar e às áreas de mangue. Sem esse investimento tínhamos problemas sérios de alagamento com a subida das marés e excesso de chuvas, e, nos períodos de seca, também”, ressalta. Com o sistema recém-implantado de drenagens, será possível controlar a altura da água no solo, a hidratação do solo ideal para pastos e lavouras, além de manter um grande reservatório de água para a instalação, em breve, de um sistema de irrigação.

O investimento mais significativo é o de expansão elétrica e de dados da Fazenda. São mais de R$ 3 milhões investidos na construção, em andamento, de uma subestação e de toda a infraestrutura subterrânea de rede de energia elétrica, além de infraestrutura de telecomunicações e circuito fechado de TV. Com a finalização dessas obras será possível levar energia elétrica estável e rede telefônica e de internet para toda a Fazenda, o que reflete nos projetos de irrigação e na utilização de laboratórios como os que estão sendo colocados no Centro de Manejo de Gado de Corte.

 

 

 

Mayra Cajueiro Warren
Jornalista/Diretoria-Geral de Comunicação

Fotos: Jair Quint/Fotógrafo da Agecom/DGC/UFSC

Nota de esclarecimento sobre Operação Ponto Final

15/04/2015 12:58

A Administração Central da Universidade Federal de Santa Catarina, em virtude das notícias veiculadas pela imprensa sobre a Operação Ponto Final, da Polícia Federal, vem a público esclarecer que:

  1. de acordo com levantamento realizado pelo Departamento de Licitações da Pró-Reitoria de Administração, as empresas indiciadas no inquérito aberto pela Polícia Federal não firmaram qualquer contrato com a UFSC ou participaram de licitações na instituição;
  2. não houve a emissão de nenhum mandado de prisão contra servidores da UFSC, apenas mandados judiciais para a oitiva de dois técnicos da instituição;
  3. os servidores já compareceram à Polícia Federal para prestar esclarecimentos, uma vez que, como parte de suas funções rotineiras, efetivamente solicitaram orçamentos às empresas indiciadas a fim de instruir processos licitatórios de serviços de manutenção. Vale ressaltar que, para a instrução desses processos (tanto os novos como aqueles já em vigor, antes da renovação), de acordo com a Lei de Licitações (Lei nº 8.666/93) e jurisprudência do Tribunal de Contas da União, são necessários três orçamentos de empresas distintas a fim de se compor a estimativa das despesas a serem realizadas (para conferir se os preços estão de acordo com o mercado). Os pedidos de orçamento fazem parte da rotina dos técnicos, não havendo aí, a priori, nenhuma irregularidade;
  4. os servidores encontram-se à disposição, tanto da Polícia quanto da comunidade, para esclarecer quaisquer dúvidas sobre a lisura de sua atuação;
  5. a UFSC preza pela transparência de todos os seus processos licitatórios, tanto que, desde maio de 2014, em uma iniciativa inédita, o Departamento de Licitações promove a transmissão em tempo real, à comunidade, de seus processos licitatórios (modalidade presencial).

Continuamos, como sempre, à disposição das autoridades competentes para auxiliar nos processos investigatórios.

Florianópolis, 15 de abril de 2015.

Administração Central

Universidade Federal de Santa Catarina

UFSC contrata 102 porteiros em Florianópolis

01/04/2015 11:08

A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) receberá, na próxima quinta-feira (2), os 102 novos porteiros que irão atuar nos espaços do campus em Florianópolis. Os profissionais serão distribuídos por turnos estabelecidos em horários pensados para atender às especificidades de cada setor. A maioria trabalhará das 7h às 13h, das 13h às 19h ou das 17h às 23h. A medida visa à liberação dos profissionais de vigilância que hoje atuam em atividades de porteiros, para que possam fazer rondas de segurança pelo campus.

“Todos os centros de ensino que têm aulas vão receber porteiros até às 23h para auxiliar no fechamento dos prédios, desligar as luzes e os aparelhos de ar condicionado que porventura estejam ligados, fechar todo o prédio e otimizar a segurança externa”, informa o diretor do Departamento de Segurança Física e Patrimonial (Deseg) da Universidade, Leandro Luiz de Oliveira. Outros espaços também serão contemplados, como o Laboratório de Apoio à Informática (LabUFSC), a Biblioteca Universitária (BU), o Espaço Físico Integrado (EFI) e o Núcleo de Desenvolvimento Infantil (NDI). Os porteiros utilizarão rádios com a mesma frequência daqueles usados pela equipe de segurança da UFSC.
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Laboratório no CCE cria estrutura para projetos de ponta em produção de imagens

04/02/2015 20:46

As obras de construção do laboratório TecMídia, no Centro de Comunicação e Expressão (CCE) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), foram iniciadas no dia 5 de janeiro e têm previsão de estarem concluídas no início de julho deste ano. A estrutura, financiada por recursos da UFSC e pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), faz parte do CT-Infra e terá equipamentos de última geração, similares aos utilizados nas grandes produções de cinema internacional.

O novo laboratório será montado em duas etapas: a primeira, já iniciada, será de construção física do espaço; em seguida, inicia-se a fase de montagem e instalação dos equipamentos. Assim como outros laboratórios do CT-Infra da UFSC, o TecMídia será utilizado para pesquisas de diversos cursos da Universidade, e conta em sua equipe com pesquisadores dos departamentos de Expressão Gráfica, Jornalismo e Letras.

“Os projetos CT-Infra são, por natureza, multiusuários. São laboratórios que possuem normativas elaboradas pela Pró-Reitoria de Pesquisa (Propesq) e por um comitê gestor envolvendo os pesquisadores que efetivamente utilizam o espaço”, explica o professor Elias Machado, diretor do Departamento de Projetos da Propesq.

O TecMídia será um amplo estúdio, com câmeras e computadores de última geração para a produção de material audiovisual de alta complexidade, com múltiplas aplicações.  “É um grande laboratório, em um projeto multidisciplinar. É um espaço para produzir e formar pessoas para trabalhar com hipermídia, o qual pode ser utilizado pela comunidade para produzir conteúdo para a TV UFSC ou para o curso de Cinema”, destaca Machado. “É um dos primeiros grandes laboratórios multiusuários do CT-Infra para as áreas de Ciências Humanas e Ciências Sociais e Aplicadas. Mostra que é viável fazer investimentos de grande porte nessas áreas. Vai ser um espaço de alto nível”, elogia o diretor.

O projeto original do TecMídia, que data de 2008, só foi licitado em 2014, após uma força-tarefa para a elaboração dos projetos de arquitetura e engenharia, e a alocação de recursos adicionais pela UFSC. O laboratório terá área construída de mais de 770 m², e a obra foi contratada pelo Regime Diferenciado de Contratações (RDC), pelo valor de R$ 2.268.189,54 – dos quais R$ 1.361.664,91 foram repassados pela Finep, e R$ 906.524,63 serão recursos próprios da Universidade. Originalmente a Finep aprovou R$ 500 mil para o projeto, insuficiente para a execução do TecMídia.  Como construiu o Centro de Pesquisa em Tecnologias de Cuidado em Enfermagem e Saúde (Cepetec), outra obra CT-Infra com recursos próprios, a UFSC solicitou o remanejamento de R$ 761.664,91 destinados ao Cepetec para complementar o orçamento do TecMídia. Se for somado o aporte de recursos próprios e remanejados, o investimento da UFSC será de R$ 1.668,189,54.

Inspiração na indústria cinematográfica

Com o passar do tempo, já que se tratava de um projeto de 2008, foi necessário atualizar a tecnologia e as aplicações do TecMídia. O Grupo de Pesquisa do coordenador do projeto, professor Milton Luiz Horn Vieira – prioritariamente formado por alunos de pós-graduação –, tem por objetivo avaliar as metodologias de desenvolvimento adotadas com base nas técnicas de criação de conteúdo e usabilidade que descrevem modelos de conteúdo para hipermídia.

O professor Vieira explica que o TecMídia vai ser um grande espaço de “aquisição de movimentos”. “Vamos poder alavancar significativamente os estudos de animação. Para se ter uma ideia, o trabalho que cinco animadores seniores fazem em um mês poderá ser feito em uma tarde no TecMídia. Imagine a celeridade desse tipo de projeto na formação dos nossos estudantes. Não existe nada igual, no Brasil, aos equipamentos que temos e que estamos adquirindo”, ressalta Vieira.

A captura de movimentos, possível com as câmeras de última geração que estarão disponíveis no TecMídia, é apenas uma das atividades a serem desenvolvidas no laboratório. Essa tecnologia em específico já é aplicada a projetos de pesquisa em parceria com o Hospital Universitário (HU) e o Departamento de Morfologia, e a estudos desenvolvidos com atletas de alto desempenho e pessoas que usam próteses, entre outros.

O professor Vieira garante que assim que a etapa de construção estiver finalizada, será possível instalar com rapidez os equipamentos. “Ainda em 2015 poderemos ter alunos estudando ali”, prevê o coordenador. A ideia, segundo Vieira, é preparar os alunos para o mercado, em parceria com a indústria. “Vamos poder dar apoio a empresas de Santa Catarina que hoje não podem competir com empresas de fora do país”, acrescenta.

O diretor adjunto do CCE, Arnoldo Debatin Neto, também elogia o projeto. “Vemos com bons olhos. É um espaço que irá promover interfaces com outros cursos, gerar novos conhecimentos, gerar a inserção dos cursos de graduação e programas de pós-graduação em tecnologias avançadas. Imaginamos inclusive a possibilidade que se desenvolvam coisas novas, com a interface com outros laboratórios. É um campo muito fértil”, complementa Neto.

A obra do TecMídia, que teve o projeto revisado e aprovado pelo Departamento de Projetos de Arquitetura e Engenharia, está sendo fiscalizada pelos engenheiros Marcelo Vardanega, Paulo Roberto Medeiros dos Santos e Ricardo Friedrich de Franceschi, do Departamento de Fiscalização de Obras (DFO). A evolução do projeto pode ser acompanhada pelo site do DFO.

Mayra Cajueiro Warren
Jornalista / Diretoria-Geral de Comunicação

Claudio Borrelli/Revisor de Textos da Agecom/Diretoria-Geral de Comunicação/ UFSC

Departamento de Compras divulga calendário para solicitações de compras em 2015

06/01/2015 17:36

O Departamento de Compras (DCOM) divulgou, em dezembro de 2014 o Calendário de Compras para o ano de 2015. O documento relata os prazos em que pedidos de compra de material de consumo e material permanente devem ser encaminhados ao Departamento de Compras.

O DCOM esclarece, por meio do Memorando Circular nº 19/2014/DCOM que as solicitações que apresentarem incorformidades serão devolvidas aos requerentes para ajustes.  O prazo para devolução ao DCOM é de uma semana (dias corridos), a contar da data de devolução.

A diretora do DCOM, Karen Alvares, reiterou, por meio do Memorando Circular nº 22/2014/DCOM, que a viabilidade de empenho de materiais condiciona-se à finalização dos pregões em trâmite, e alertou sobre o cumprimento de prazos. “São fatores intervenientes à conclusão dos pregões a correta instrução processual, o tempo de tramitação nos diversos setores, a disponibilidade de recursos financeiros, entre outros. Dessa forma, há grande probabilidade de finalização dos processos referentes a primeira e a segunda etapa de material permanente e de consumo em tempo hábil. No entanto, com relação aos processos de empenhos encaminhados na terceira e quarta etapa de consumo, as chances de finalização dos mesmos no exercício de 2015 são mais restritas, em especial com relação à quarta etapa”, escreve.

O Calendário de Compras 2015 pode ser acessado aqui.

 

Diretoria-Geral de Comunicação

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