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Clássico sobre ameríndios está 30% mais barato na Feira da EdUFSC
Códices – os antigos livros do mundo, de Miguel León-Portilla, é uma das estrelas da 17ª Feira do Livro da Editora da Universidade Federal de Santa Catarina, que acontece até 12 de setembro, no Centro de Convivência, no Campus de Florianópolis. A obra está com 30% de desconto, passando de R$ 60 para R$ 40 reais. O evento funciona de segunda a sexta-feira, das 8h30min às 19 horas.Uma obra essencial para a cultura e resgate da história e da memória dos povos indígenas da Mesomérica. Assim pode ser definido o clássico Códices – os antigos livros do Novo Mundo, do historiador mexicano Miguel León-Portilla, publicado pela Editora da Universidade Federal de Santa Catarina (EdUFSC), com tradução de Carla Carbone, da USP, e revisão técnica do pesquisador Eduardo Natalino dos Santos, que ressalta, na apresentação, a importância do estudo dos livros e manuscritos pictóglifos em tempos pré-hispânico e coloniais, com destaque para os famosos códices maia, mixtecos e astecas.
Miguel León-Portilla explica que os livros de pinturas e manuscritos mais antigos do Novo Mundo, passaram a ser designados de códices. Códice, porém, do vocábulo codex, cujo significado é tronco, do qual esclarece o autor, surgiu outra acepção: tábuas onde se escreve. Logo, segundo esclarece León-Portilla, “aplicar o vocábulo codex e códice aos livros manuscritos guarda estreita relação com o conceito original de tábua onde se escreve.
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Sepex 2013: inscrições para estandes e minicursos terminam dia 18 de setembro
A 12ª Semana de Ensino, Pesquisa e Extensão (Sepex) da UFSC será realizada de 23 a 26 de outubro, acompanhando o tema da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia: “Ciência, saúde e esporte”.
As inscrições para estandes e minicursos devem ser feitas até 18 de setembro no site inscricoes1.sepex.ufsc.br. As inscrições de apresentações culturais serão realizadas no mesmo prazo pelo e-mail
. Já a inscrição para participar dos minicursos será aberta no dia 5 de outubro e segue até o penúltimo dia de Sepex.
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Sinter divulga oportunidades internacionais para estudantes
A Secretaria de Relações Internacionais (Sinter) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) atualiza constantemente uma página voltada para a divulgação de oportunidades de estudo no exterior. Os destaques mais recentes são:
Ciência sem Fronteiras – Holanda – O próximo edital para a Holanda tem previsão de abertura em outubro/2013, para início letivo em setembro/2014. Estudantes interessados em se candidatar devem efetuar cadastro no site www.nesobrazil.org/cadastro. Informações sobre o CsF Holanda (graduação) podem ser obtidas no endereço www.nesobrazil.org/csf.
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Administração Central promove reunião com gestores para debater flexibilização da jornada de trabalho

A reitora acolheu os participantes, destacando a necessidade do diálogo e de todos estarem a par das informações sobre o tema. (Foto: Airton Jordani – DDPV / AI / GR)
A reitora Roselane Neckel e a vice-reitora Lúcia Helena Martins Pacheco, em conjunto com a Secretaria de Gestão de Pessoas, representada pela secretária adjunta Suzana Tolfo, organizaram nesta sexta-feira, dia 6, uma reunião para discutir, com os gestores acadêmicos, a flexibilização da jornada de trabalho dos servidores técnico-administrativos em Educação (TAEs). Estiveram presentes coordenadores de graduação e pós-graduação, chefes de departamento, diretores de unidades acadêmicas e centros de ensino, além de representantes dos TAEs e do Sindicato dos Trabalhadores da UFSC (Sintufsc).
A reitora acolheu os participantes, destacando a necessidade do diálogo e de todos estarem a par das informações sobre o tema. Neckel compartilhou dados provenientes de estudos, interações com outras instituições, legislação pertinente, orientações recebidas da Secretaria de Educação Superior (SESu) e decisões de órgãos como a Controladoria-Geral da União (CGU) e o Ministério Público Federal. “Sempre defendemos o levantamento de dados, a pesquisa cuidadosa das condições de trabalho na instituição. É fundamental reunir informações que envolvam quem somos, onde estamos e o que fazemos, pois essa tomada de decisão envolve, além da questão interna, marcos legais e órgãos de controle”, esclareceu.
Um dos objetivos da reunião foi discutir pontos do relatório final do grupo de trabalho Reorganiza UFSC (link disponível abaixo). Neckel pediu que todos os presentes fizessem a leitura do documento e que o diálogo sobre o tema fosse ampliado com base no estudo realizado. “A leitura do relatório é importante para compreender como a UFSC está estruturada, para assim cada um fazer a sua avaliação”, ressaltou. Durante a sua apresentação, a reitora falou também de autonomia universitária, destacando que esta se manifesta nos âmbitos acadêmico e pedagógico e é sempre pautada pela legislação.
O debate tratou de uma série de questões a respeito da flexibilização da jornada de trabalho para trinta horas semanais. Muitos pontos foram discutidos, inclusive o fato de alguns setores já fazerem jornada de trabalho diferenciada e a ausência, no diagnóstico do Reorganiza UFSC, do detalhamento do número de horas trabalhadas pelos servidores de cada setor. Além disso, alguns dos participantes ressaltaram que a mudança de carga horária acarretaria a necessidade de contratação de mais TAEs.
Mudar a legislação para acomodar a necessidade de mudança de jornada de trabalho foi outra questão defendida por alguns dos que se manifestaram. O atendimento ao público por doze horas seguidas foi defendido pelos grupos de TAEs que buscam essa flexibilização, que também sugeriram, por meio de um panfleto distribuído aos participantes, uma série de debates em todos os centros de ensino da UFSC. Uma proposta de fóruns será apreciada pelo Conselho Universitário – sugestão que já esteve na pauta de duas reuniões mas que não pôde ser discutida por conta dos debates sobre a resolução que regula os concursos públicos para contratação de docentes.
Felício Margotti, diretor do Centro de Comunicação e Expressão, trouxe uma decisão dos diretores das unidades acadêmicas que se posicionaram contrários à interpretação do Sintufsc sobre o Decreto nº 1.590/1995. “Entendemos que uma certa flexibilização já é feita. As direções das unidades acadêmicas não veem a necessidade de jornada contínua de doze horas, que acarretaria um aumento de pessoal. Entendemos que é uma reivindicação sindical que pode ser resolvida por uma mudança na lei”, informou.
Neckel anunciou que a discussão do relatório do Reorganiza UFSC será promovida por meio de fóruns na Universidade. Ela destacou que a ideia é que tais encontros também contem com a participação de representantes de órgãos de controle e ressaltou que nenhuma decisão depende de um ato unilateral da reitora.
Saiba mais:
- Relatório final do GT Reorganiza UFSC
- Vídeo da entrega do relatório final do GT Reorganiza UFSC
- Ofício-Circular SESu/GAB/MEC nº 15: Flexibilização inadequada da jornada de trabalho (de 15 de julho de 2013)
- Relatório da CGU nº 201217232, de 28 de maio de 2013
- Coletânea de Entendimentos da CGU
- Decreto n° 1.590, de 10 de agosto de 1995
Mayra Cajueiro Warren
Assessoria de Imprensa do Gabinete da Reitoria
mayra.cajueiro@ufsc.br / imprensa.gr@contato.ufsc.br
48-3721-4558 -
Conheça Janaína Santos, coordenadora de Avaliação e Apoio Pedagógico

Bailarina e historiadora, Janaína Santos agora está focada na implantação do Programa Institucional de Apoio Pedagógico aos Estudantes. Técnica em Assuntos Educacionais na UFSC desde 2009 e atualmente na função de coordenadora de Avaliação e Apoio Pedagógico da Pró-Reitoria de Graduação (Prograd), Janaína acredita que o ensino básico e o superior devem ser pensados como uma continuidade. Para ela, está muito claro que a universidade tem um dever social a ser cumprido, principalmente nas escolas, onde deve se fazer mais presente. “Temos que criar mais pontes, porque aqui as condições são melhores, temos mais oportunidades. Devemos aproveitar isso”, afirma.Apaixonada por dança, Janaína começou as aulas de balé aos 6 anos. Aos 15, foi selecionada para atuar no corpo de baile do Teatro Guaíra, em Curitiba. Mais tarde chegou a começar a faculdade de dança, mas teve que parar por causa de uma lesão. Acabou retornando a Florianópolis, onde se apresentou com o Grupo Cena Onze, atuou como professora de balé clássico e dança moderna e iniciou a graduação em História na UFSC.
“Sempre gostei muito de História”, conta Janaína. “Eu queria trabalhar com isso e poder mudar a visão que as pessoas têm dessa área”. Por alguns anos, atuou como professora no ensino fundamental, mas infelizmente a experiência não foi como esperava. “Eu me desiludi com as condições em que a educação brasileira se encontra”, revela. “Tanto na rede pública quanto na particular é possível perceber como é grave o problema na nossa formação”, lamenta a historiadora.
Um levantamento realizado pela Coordenadoria de Avaliação e Apoio Pedagógico revelou que os problemas identificados por Janaína Santos no ensino fundamental aparecem também quando os alunos ingressam na universidade. O estudo mostrou que as áreas com maiores dificuldades são Matemática, Física, Química, Bioquímica e Leitura e Produção Textual. Por isso, foi lançado o Programa Institucional de Apoio Pedagógico aos Estudantes, que tem como objetivo auxiliar os alunos no percurso da sua graduação, ajudar a diminuir índices de reprovação e evasão, além de oferecer qualidade de ensino, com condições de igualdade de aprendizagem entre todos os discentes. “Não serão trabalhados conteúdos de graduação, e sim conteúdos básicos”, explica Janaína Santos.
Apesar de todas dificuldades, a historiadora ainda sonha em retornar à docência, mas, dessa vez, na universidade. Ela já terminou o mestrado, onde aprofundou a pesquisa de seu TCC sobre os campos de concentração criados em Santa Catarina durante a Segunda Guerra Mundial. Agora, pretende cursar doutorado e se especializar na área de Videodança, para depois poder realizar o sonho de ser professora universitária.
A bailarina, historiadora e coordenadora de Avaliação e Apoio Pedagógico também participa de diversos projetos da UFSC. Janaína foi uma das quatro criadoras da Semana de Dança, participou da organização da Semana de Ensino, Pesquisa e Extensão (SEPEX) e atualmente está ajudando a idealizar o Café com Dança, evento previsto para ter sua primeira edição em setembro deste ano.
Gabriela Dequech Machado
Estagiária na Assessoria de Imprensa do Gabinete da Reitoria -
Diretor da Propesq mantém contato com lideranças de CT&I
O diretor do Departamento de Projetos da Pró-Reitoria de Pesquisa (Propesq), professor Elias Machado, manteve contatos com diversas lideranças governamentais, empresariais e acadêmicas durante a cerimônia de apresentação do novo IPD Elétron, na última segunda-feira, dia 2 de setembro, às 19h, no Centro de Convenções WTC Sheraton, São Paulo, no âmbito do Congresso Brasileiro de Inovação na Indústria, promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). O ato contou com a presença do secretário executivo do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Luiz Antonio Elias, e de lideranças acadêmicas, governamentais e empresariais.
Entre os contatos feitos pelo professor Elias Machado, que representou a reitora Roselane Neckel na solenidade, destacam-se o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do MCTI e ex-reitor da UFSC, professor Alvaro Prata, o presidente da Associação Brasileira de Indústria Eletroeletrônica, Humberto Barbato, o coordenador-geral de Serviços Tecnológicos do MCTI, professor Jorge Campagnolo, o secretário de Inovação do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Nelson Fujimoto, o diretor de tecnologias estratégicas da FINEP, Rodrigo Fonseca, e a responsável pela apresentação do projeto do IPD Elétron, professora Edelweis Pereira, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
Nas conversas com as diferentes lideranças, o professor Elias Machado, além de ressaltar a disponibilidade da UFSC para estabelecer parcerias com os ministérios, agências de fomento e empresas do setor eletroeletrônico, aproveitou para articular audiências nos diferentes órgãos para apresentação de projetos que estão sendo elaborados pela instituição. “Este tipo de evento é essencial para que possamos estreitar as relações e as parcerias com os responsáveis pela formulação e execução de políticas públicas de CT&I e com as lideranças da comunidade empresarial”, explica Machado, afirmando que “como uma universidade de ponta, a UFSC acaba sendo sempre convidada a participar destas ações estruturantes”.
Como resultado dos contatos mantidos em São Paulo ficou acertado que nos próximos meses serão agendadas audiências específicas com o presidente da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), Humberto Barbato, com o secretário de Inovação do MDIC, Nelson Fujimoto e uma visita ao MCTI para apresentação de projetos institucionais. Na Abinee existe a possibilidade de apresentação de laboratórios de pesquisa para as empresas associadas, no MDIC a discussão sobre projetos com utilização de recursos da linha subvenção econômica e no MCTI de projetos relacionados com nanotecnologia, principalmente na formação de redes dentro do Sistema Brasileiro de Tecnologia e de apoio a parques tecnológicos.
Mais informações:
elias.machado@ufsc.br -
Evento celebra 40°aniversário da independência de Guiné-Bissau
A Associação dos Estudantes Guineenses no Estado de Santa Catarina (AEGUISC), com o apoio da Secretaria de Relações Internacionais (Sinter), promove o evento em homenagem ao 40° aniversário da independência de Guiné-Bissau, com o objetivo de divulgar a cultura e promover a reflexão da atual conjuntura sociopolítica do país.
O evento será no dia 27 de setembro, das 14 às 18 horas, no auditório do Centro de Ciências da Educação (CED), campus Trindade da UFSC, e será gratuito e aberto à comunidade universitária.
No dia 28 de setembro, a partir das 21 horas, na Associação Novo Horizonte, será a festa de celebração ao aniversário do país. Para adquirir ingressos deve-se entrar em contato com o organizador: Yuri Tavares – 8435-9764 |

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‘História Oral’ pela metade do preço na Feira da EdUFSC
Obra plural, construída por autores de diversas instituições e várias regiões, oriundos de três países (Brasil, Canadá e Argentina), o livro História Oral, desigualdades e diferenças encarna o desafio de “pensar historicamente as formas ambíguas e contraditórias de representação do real, assim como as faces múltiplas de tradução sociocultural das diferenças e dos conflitos vividos, especialmente aqueles situados em espaços entre fronteiras culturais e nacionais”. Publicada com o selo das editoras das Universidades Federais de Santa Catarina (EdUFSC) e de Pernambuco (Editora Universitária UFPE), organizada por cinco pesquisadores e escrita por 16 autores, a obra articula discussões temáticas centradas em perspectivas e abordagens multidisciplinares e outras experimentações metodológicas da práxis da história oral. O livro História oral pode ser adquirido com 50% de desconto na 17ª Feira da EdUFSC, no Centro de Convivência da Universidade, onde será oferecido por R$ 20,00 até o dia 12 de setembro.
Produção coletiva e transdisciplinar, a obra é resultado de seis “núcleos temáticos”: Fontes orais e o ofício do historiador; História oral, memória e subjetividade; História oral, cidades e diferença; História oral, desigualdades e movimentos sociais; Migração, memória e identidade; e História oral, ensino e diferença. A organização dos textos exigiu um enorme “esforço de cooperação dialógica de caráter interinstitucional” dos autores e, sobretudo, por parte dos seis coordenadores: Robson Laverdi, Méri Frotscher, Geni Rosa Duarte, Marcos F. Freire Montysuma e Antonio Torres Montenegro.
O eixo temático foi, em parte, delineado pelo V Encontro Regional Sul de História Oral, realizado em 2009 na Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste). Os organizadores avisam, no entanto, que, no seu conjunto, “o conteúdo reflete muito a energia reflexiva de troca de experiências mobilizadas em prol da história oral no âmbito desses intercâmbios”. O livro nasceu da “proposição de discutir, de maneira mais articulada, as dimensões multirrelacionais da compreensão da oralidade e das fontes orais como um todo, no interior e a partir da riqueza de processos de produção da cultura e da vida social.
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Clássico ‘Homo academicus’ custa 50% a menos da Feira da EdUFSC
Esgotado, após sucesso nacional e grande exposição na mídia, o clássico Homo academicus, de Pierre Bourdieu, ganhou uma segunda edição pela Editora da Universidade Federal de Santa Catarina (EdUFSC). A obra, que faz uma ferrenha crítica às instituições, sobretudo à academia e seus membros, é uma das estrelas da Feira do Livro da EdUFSC, que vai 12 de setembro, no Centro de Convivência da Universidade, no Campus da Trindade, em Florianópolis. É a primeira vez que Homo academicus é traduzido para a língua portuguesa. A façanha é dos professores Nilton Valle e Ione Ribeiro Valle, ambos do Centro de Ciências da Educação da UFSC. A obra está sendo oferecida com desconto de 50% do preço de capa.A nova edição, embora mantenha o projeto gráfico original, foi impressa numa versão mais acessível: a capa dura deu lugar à capa mole, sem nenhum demérito ao valor da obra. Obra-prima do filósofo e sociólogo francês, Homo academicus põe o dedo na ferida, questionando, por exemplo, radicalmente o “poder classificatório e autorregulador dos intelectuais”. Ela foi lançada na França em 1984 e integra uma série de quatro livros que confrontam os paradigmas e “valores sagrados” da academia.
Bourdieu denuncia os mecanismos escolares de exclusão dos desfavorecidos e a “eleição” dos que denomina “herdeiros da academia”.Homo academicus exerce forte influência e repercussão no Brasil. Falecido em 2002 e autor de 25 livros, sua obra permite uma auto-crítica e estimula uma profunda reflexão sobre a violência do poder simbólico na Universidade. O pensador francês desnuda, em síntese, os mecanismos pedagógicos pelos quais a escola promove um “verdadeiro regime de exceção”(…)
Mais informações:
(48) 3721-9408
www.editora.ufsc.br;
Diretor Fábio Lopes (
).Moacir Loth / Jornalista da Agecom/UFSC

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UFSC já deu posse a 151 novos professores em 2013

A Administração Central recepcionou os novos servidores da UFSC de 2013 em um evento no último 23 de agosto. Foto: Wagner Behr/Agecom/UFSC
O último concurso para a contratação de professores realizado pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) está próximo de ser totalmente concluído. O edital oferecia 205 vagas para diversas áreas nos quatro campi da instituição. Até esta quarta-feira, dia 4, a UFSC nomeou 180 candidatos, dos quais 151 tomaram posse. A nomeação dos novos professores aconteceu antes do início do semestre para a maioria dos cursos, com exceção de 27 vagas ofertadas que não foram preenchidas pois não tiveram nenhum candidato aprovado.
Uma força-tarefa foi constituída para agilizar as contratações, envolvendo a Pró-Reitoria de Graduação (Prograd) e os departamentos de Desenvolvimento de Pessoal (DDP) e de Atenção à Saúde (DAS) da Secretaria de Gestão de Pessoas (Segesp). Além disso, houve um esforço dos centros de ensino e dos departamentos, que remanejaram professores até que todos os novos possam assumir seus cargos.
Apesar disso, o segundo semestre de 2013 começou com defasagem de professores em alguns centros de ensino. A carência de docentes hoje se atribui aos processos seletivos não finalizados, aos trâmites legais de nomeação, posse e entrada em exercício – uma vez que os candidatos nomeados têm trinta dias para tomar posse e mais quinze dias para entrar em exercício – e à falta de candidatos aprovados. A administração afirma que essa falta de docentes é temporária e anuncia que um novo concurso para o magistério na UFSC deve ser aberto ainda neste ano.
Legislação
O lançamento do Edital nº08/DDP/2013, que previa a contratação dos 205 novos docentes, coincidiu com a aprovação da Leinº 12.772/2012, que alterou as regras de contratação e o plano de carreira para os cargos de magistério federal. A nova lei abriu oportunidades para professores ingressarem nas universidades mesmo sem mestrado ou doutorado. O edital foi alterado para contemplar a nova legislação e gerou um acréscimo no número de inscritos, que chegou a quase seis mil. As etapas do processo seletivo foram planejadas para atender aos milhares de candidatos; no entanto, cerca de 80% não compareceram para fazer as provas.
“Com essa quebra de logística tivemos que replanejar todos os processos – diárias dos participantes das bancas, gravações em vídeo das apresentações na prova prática, entre outros ajustes. Esperávamos um concurso muito maior, o que gerou um grande retrabalho”, informa Fernando Luz Carvalho, da Coordenadoria de Admissões, Concursos Públicos e Contratação Temporária.
Cronograma
O diretor do Departamento de Ensino (DEN) da Prograd, Adir Valdemar Garcia, explica que o processo de contratação de docentes costuma ser mais demorado. “São várias etapas, que incluem prova escrita dissertativa, prova didática, pareceres, recursos. Em média, o processo leva cerca de 30 dias. Quando é nomeado, o candidato ainda tem o prazo legal de 45 dias para começar a trabalhar”, detalha Garcia.
A diretora do Departamento de Desenvolvimento de Pessoas (DDP) Bernadete Quadro Duarte complementa que, com todas as alterações de cronograma, fez-se uma previsão otimista para que as nomeações começassem até 15 de agosto. No entanto, foi possível vencer esse prazo e começar a nomear professores em meados de julho. Duarte atribui esse êxito ao esforço continuado da equipe.
“Estamos com todo o processo do edital quase finalizado. O volume de trabalho tem sido muito maior do que esperávamos. A área de atenção à saúde, responsável pelos exames admissionais, trabalhou em regime de plantão. Passamos a dar posse aos novos servidores todos os dias. O nosso concurso coincidiu com processos seletivos de outras universidades, então tivemos dificuldades para formar bancas. Foram 668 pessoas participantes das bancas, uma logística complexa. Esse esforço de todos os setores refletiu muito na agilidade do processo de inclusão desses novos docentes em sala de aula”, explica a diretora.
A diretoria esclarece que a Universidade não conseguiu nomear os docentes mais rápido devido aos trâmites e à quantidade elevada de recursos. “São muitos os processos quando se entra com recurso, e isso nos atrasou muito”, complementa.
Outros campi
Os campi de Araranguá, Curitibanos e Joinville, que também participaram do processo seletivo, enfrentaram dificuldades com o cronograma. Araranguá foi o primeiro campus a finalizar os processos seletivos. Os demais campi tiveram o início do semestre adiado para o dia 2 de setembro.
“Houve muitos recursos, principalmente nas vagas de Joinville”, justifica a diretora do DDP. O campus de Joinville, segundo maior da UFSC, tinha o maior déficit de professores e terá 25 áreas contempladas com novos docentes.
Defasagem histórica
O diretor do DEN acredita que diversos fatores podem estar contribuindo para as muitas vagas de docência disponíveis. Garcia complementa que mais vagas surgirão, uma vez que o Ministério da Educação, que havia permitido a contratação de professores temporários do Reuni (Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais), declarou não renovar os contratos desses profissionais. “Perdemos 150 vagas de professores temporários. Estamos em uma defasagem histórica”, acrescenta.
Salézio Schmitz Junior, coordenador de Admissões, Concursos Públicos e Contratação Temporária, lembra que o acréscimo no número de aposentadorias na UFSC também contribui para aumentar a oferta de vagas. “As pessoas que entraram na década de 1980 estão se aposentando agora, tanto os professores como os servidores técnico-administrativos em Educação (TAEs). A perspectiva de renovação nos próximos anos é de 50% do quadro da UFSC – hoje formado por cerca de 3,1 mil TAEs e 2 mil professores”, justifica.
Mais informações:
Departamento de Desenvolvimento de Pessoas
Mayra Cajueiro Warren
Assessoria de Imprensa do Gabinete da Reitoria
imprensa.gr@contato.ufsc.br / mayra.cajueiro@ufsc.br
(48) 3721-4558


