UFSC Sustentável lança campanha para redução de consumo

04/04/2016 09:00

Após os bons resultados com a implantação do novo horário de verão na UFSC, que resultou em economia de R$ 132.895,06 (cerca de 5% em relação ao modelo de horário de verão antigo), a UFSC lança nesta segunda-feira, 4 de abril, a campanha “Reduzir o Consumo é Transformar o Mundo”, incentivando a comunidade universitária a continuar gastando menos energia elétrica durante todo o ano.

A campanha integra o UFSC Sustentável, programa desenvolvido pela Comissão Permanente de Sustentabilidade da UFSC, juntamente com a Coordenadoria de Gestão Ambiental, para promover a adoção de ações de sustentabilidade. O objetivo é fomentar a economia de recursos como energia, água, copos plásticos, materiais de expediente, entre outros, com o primeiro eixo da campanha centrado na redução do consumo de energia elétrica.

Vídeos, banners para redes sociais e peças gráficas, protagonizadas por estudantes, professores e técnicos, mostram situações comuns a todos em salas de aula, laboratórios e outros espaços da UFSC. Entre as dicas para economizar estão priorizar, sempre que possível, a iluminação e a ventilação natural e manter a temperatura do ar condicionado em 23°C. adesivos-01

CARTAZ-03A UFSC gasta anualmente cerca de R$ 18 milhões com energia elétrica e consome 31.205.492 KwH, equivalente a uma cidade de 40 mil habitantes. De acordo com o seu Plano de Logística Sustentável (PLS), o consumo de energia deve ser diminuído em 5% por metro quadrado construído. Uma das principais formas de atingir essa meta é através da redução do desperdício, que representa 40% do consumo em prédios públicos.

Programa UFSC Sustentável

O UFSC Sustentável visa promover a sustentabilidade na Universidade em seus diversos âmbitos e atuações, da esfera administrativa ao ensino, pesquisa e extensão, incorporando-a em suas práticas cotidianas, através de uma mudança de cultura organizacional.  Também tem como objetivo integrar e reunir todas as iniciativas do gênero na UFSC.

Os resultados esperados são reduzir o impacto ambiental da UFSC, preservar e economizar os recursos naturais, promover a preservação do meio ambiente, disseminar e promover a sustentabilidade na gestão, ensino, pesquisa e extensão.

O  UFSC Sustentável agregará projetos/ações com as mais diversas temáticas, como eficiência energética, redução da utilização de recursos, gestão de resíduos, preservação das áreas verdes e fauna, licitações, contratações e construções sustentáveis, educação e sensibilização ambiental, qualidade de vida, conservação e preservação da natureza, incentivo a cursos que envolvam a temática da sustentabilidade,  entre outros.

Mais informações pelo e-mail 

Horário de verão

A Universidade Federal de Santa Catarina estabeleceu horário de verão diferenciado em relação ao antigo padrão dos anos anteriores: ao invés de manter o tradicional horário (de segunda a quinta-feira expediente das 13 às 19h; na sexta-feira, das 7h às 13h), a administração optou por manter o período de trabalho das 7h30h às 13h30, de segunda a sexta-feira, de 15 de dezembro a 29 de fevereiro.

De acordo com relatório elaborado pela Coordenadoria de Planejamento (COPLAN), a redução no consumo foi significativa: nas unidades estritamente administrativas a economia percentual percebida foi maior – na Prefeitura Universitária, por exemplo, a redução foi de cerca de 32% em relação aos custos do horário de verão anterior.

CCE inaugura novo bloco de salas de aula e laboratórios para os cursos de Artes Cênicas, Cinema e Design

02/03/2016 08:35

Uma cerimônia realizada com a presença das reitoras, pró-reitores, diretores de centro, chefes de departamento, coordenadores de curso, docentes, técnicos e  estudantes na manhã da última segunda-feira, 29 de fevereiro, em Florianópolis, marcou a inauguração do bloco D do Centro de Comunicação e Expressão (CCE) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). O edifício de oito andares abrigará salas de aula e laboratórios dos cursos de Artes Cênicas, Cinema e Design.

O prédio de 4.611,69 m² localizado atrás do Centro de Ciências Físicas e Matemáticas (CFM) começou a ser construído no primeiro semestre de 2013. Os cinco primeiros andares serão © Pipo Quint / Agecom / UFSCcompostos de estúdios, sete salas de aula e cinco laboratórios; as secretarias, departamentos e coordenações de curso serão abrigados no sexto andar; e, no sétimo e oitavo andares ficarão os 32 gabinetes de professores. De acordo com o Departamento de Fiscalização de Obras (DFO) da Universidade, o investimento foi da ordem de R$ 13 milhões, com recursos do Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (Reuni) e de negociações realizadas com o Ministério da Educação (MEC).

A reitora Roselane Neckel agradeceu à equipe do Departamento de Projetos de Arquitetura e Engenharia (DPAE), à do DFO – estes, setores vinculados à Pró-Reitoria de Planejamento e Orçamento (Proplan) da Universidade – e à da empresa Salver Construtora e Incorporadora Ltda, que executou a obra. “Este campus era um pantanal, como diz o nome do bairro. O CCE foi o primeiro prédio da UFSC a ser construído no campus da Trindade. O CCE tem uma forte história, que representa para a UFSC as diferentes formas de pensamento e cursos inovadores.” De acordo com a reitora, há um projeto de construção de um prédio espelho ao bloco D, para uso do curso de Libras, modalidades presencial e a distância.

De acordo com o diretor do DFO, Rodrigo Bossle Fagundes, o bloco D do CCE é a quarta obra de maior porte em execução na UFSC. “Ela só ‘perde’ para a obra dos blocos E, F e do anexo E do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH); a do bloco 2 de salas de aula e laboratórios, em Curitibanos; e a dos blocos E, F, G, H e subestação do Centro de Ciências Biológicas (CCB), que é a maior de todas”, afirmou. É um prédio diferenciado, não são salas de aula comuns. O piso é de madeira e elevado para reduzir o impacto, há isolamento acústico. São dois grandes laboratórios, estúdios e cinema”, informou a arquiteta e urbanista do DPAE que acompanhou o contrato, Leila da Silva Cardozo.

A reitora Roselane Neckel, o diretor do CCE, Felício Wessling Margotti, o vice-diretor do CCE, Arnoldo Debatin Neto, o diretor do DPAE, Elias Sebastião Andrade, e a arquiteta e urbanista do DPAE, Leila da Silva Cardozo, participaram do descerramento da placa de inauguração do Bloco D.

A reitora Roselane Neckel; o diretor do CCE, Felício Wessling Margotti; o vice-diretor do CCE, Arnoldo Debatin Neto; o diretor do DPAE, Elias Sebastião Andrade; e a arquiteta e urbanista do DPAE, Leila da Silva Cardozo, participaram do descerramento da placa de inauguração do bloco D.

O estúdio de Cinema conta com infraestrutura necessária para pequenas produções. O prédio possui estúdio para gravação de áudio, laboratório de fotografia com sala de revelação, salas de criação, de montagem e de projeção de filmes, além de duas midiatecas. “É um cinema para cerca de 40 pessoas”, complementou Leila. O laboratório de Artes Cênicas possibilitará a montagem de diferentes configurações de palco e conta com passarela, sala de controle, camarim, estúdio, depósitos, sanitários e vestiário.

“Hoje é um dia muito feliz para todos nós do CCE. Entre 2008 e 2010, foram criados cursos que funcionaram precariamente nesse período. Esses cursos, espero, passarão a ter melhores condições em um prédio moderno, bonito, bem-construído, concebido dentro das normas de segurança. Gostaria de expressar a nossa sincera gratidão a todos aqueles que, no âmbito de suas atribuições, contribuíram para essa obra”, afirmou o diretor do CCE, Felício Wessling Margotti.

O vice-diretor do CCE e presidente da Comissão de Planejamento de Espaço Físico do CCE, Arnoldo Debatin Neto, agradeceu a todos com quem trabalhou durante o período de projeto e execução da obra. “Hoje recebemos um prédio com vários espaços; mas há mais do que o material, também existe um forte simbolismo na materialização do objetivo da UFSC em efetivar o apoio às artes, aqui representadas por Cinema e Artes Cênicas. Os cursos de Design e Libras também terão áreas de apoio às suas atividades. Todos esses cursos possuem aqui áreas acadêmicas, administrativas e gabinetes docentes.”

A vice-reitora Lúcia Helena Martins Pacheco agradeceu a todos o empenho na execução dos serviços. “Foi um grande desafio. Em maio de 2012, quando assumimos, priorizamos este e outros prédios. Estamos no começo de 2016, concluindo com todo este êxito. É um espaço acadêmico para cursos novos. Desejo que desfrutem dos resultados, tanto na forma de produção científica como na formação acadêmica dos nossos estudantes”, afirmou.

Bruna Bertoldi Gonçalves / Jornalista / DGC / UFSC / imprensa.gr@contato.ufsc.br

Fotos: Pipo Quint / Fotógrafo / Agecom / DGC / UFSC

UFSC apresenta Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos à comunidade

30/10/2015 10:51

A apresentação do Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS) da UFSC à comunidade foi realizada na tarde da última quarta-feira, 28, no Auditório da Engenharia de

A pró-reitora de Administração Adjunta, Lúcia Maria Loch Goes, o pró-reitor de Planejamento e Orçamento, Antonio Cezar Bornia, a coordenadora do PGRS da UFSC, Sara Meireles, o coordenador de Gestão Ambiental da Universidade, Fernando Sant’ Anna, e o prefeito do Campus, Nailor Novaes Boianovsky, participaram do evento. Foto: Henrique Almeida/Agecom/UFSC

Produção e Sistemas (EPS), no Centro Tecnológico (CTC), integrando as atividades da Semana Campus Lixo Zero. Cerca de 100 pessoas, entre técnicos-administrativos em Educação (TAEs), docentes, estudantes e membros da comunidade externa, participaram do evento.

O PGRS é um instrumento de gestão previsto na Política Nacional de Resíduos Sólidos que consiste em um diagnóstico detalhado do gerenciamento de resíduos na universidade e propõe programas, metas e ações para a adequação às normativas legais e técnicas vigentes, em especial à Política Nacional de Resíduos Sólidos, ao Plano Nacional de Resíduos e ao Decreto Federal nº 5940/2006, que institui a Coleta Seletiva Solidária.

O documento estará disponível para consulta pública entre os dias 3 e 23 de novembro pelo site gestaoderesiduos.ufsc.br. A minuta foi elaborada com o apoio da equipe técnica da Coordenadoria de Gestão Ambiental (CGA) e de nove estagiários de Engenharia Sanitária e Ambiental. Os trabalhos começaram em setembro de 2014. “Espera-se que o PGRS seja participativo e abrangente, representando a realidade e trazendo os esforços necessários para a gestão integrada de resíduos sólidos, visando uma maior compatibilidade das ações praticadas na instituição a saúde do trabalhador e do meio ambiente”, afirma a engenheira sanitarista e ambiental da Prefeitura Universitária (PU) e coordenadora do PGRS da UFSC, Sara Meireles.

A engenheira sanitarista e ambiental da UFSC, Sara Meireles, apresentou o Plano para cerca de 100 pessoas. Foto: Henrique Almeida/Agecom/UFSC

Recicláveis, rejeitos, orgânicos, resíduos de construção e demolição, de podas e capina, eletroeletrônicos e de patrimônio, de serviços de saúde e laboratoriais – químicos e infectantes -, e de logística reversa – lâmpadas, pilhas, baterias, agrotóxicos, óleos lubrificantes, pneus, eletroeletrônicos e agrotóxicos – estão entre os principais resíduos gerados pela Universidade. “Para abranger essa complexidade, foi elaborado um minucioso e detalhado plano que permitirá, com sua implantação, a resolução dos problemas atuais e a correta destinação dos resíduos, gerando economia de recursos, diminuição de impactos ambientais e inclusão social”, explica a administradora da Coordenadoria de Gestão Ambiental da UFSC, Gabriela Mota Zampieri.

A UFSC produz cerca de 140 toneladas de resíduos convencionais por mês. A coleta é feita pela Companhia Melhoramentos da Capital (Comcap), com destinação ao aterro sanitário localizado na cidade de Biguaçu. “São aproximadamente 46 toneladas de resíduos orgânicos. Do restante, estima-se que 38 toneladas sejam rejeitos e 56 toneladas, recicláveis”, informa a engenheira sanitarista e ambiental da Universidade. Por ano, são contabilizados cerca de 500 quilos de pilhas e baterias. A média mensal é de 2,5 toneladas de resíduos químicos, 12 toneladas de resíduos infectantes e 1.500 lâmpadas.

A comunidade é convocada a participar das ações e dos programas que serão implementados por meio do PGRS. “É possível colaborar com a redução do consumo, quando possível; reuso de materiais; redução do desperdício – principalmente no RU -; uso de técnicas laboratoriais que gerem menor quantidade de resíduos, com reuso; diminuição da quantidade de reagentes ou tratamento do efluente final; segregação do material na fonte para encaminhamento à coleta seletiva solidária, quando houver; manutenção da limpeza e saúde ambiental do campus, entre outras iniciativas”, destaca Sara.

Mais informações em gestaoderesiduos.ufsc.br e gestaoambiental.ufsc.br.

Bruna Bertoldi Gonçalves / Jornalista / Diretoria-Geral de Comunicação / UFSC / 

UFSC sedia II Seminário de Gestão Pública Sustentável

26/10/2015 12:29

Discutir a sustentabilidade na Gestão Pública das Instituições Federais de Ensino Superior (Ifes), compartilhar experiências e boas práticas. Essa é a proposta do II Seminário de

Gestores das Ifes debatem sustentabilidade na administração pública. Foto: Jair Quint/Agecom/UFSC

Gestores das Ifes debatem sustentabilidade na administração pública. Foto: Jair Quint/Agecom/UFSC

Gestão Pública Sustentável, realizado ao longo desta segunda-feira, 26, no auditório da Reitoria, em Florianópolis. O evento é organizado pelo Fórum de Gestão Integrada das Instituições Federais de Ensino em Santa Catarina (Forgifesc), formado pela UFSC, pela Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), pelo Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC) e pelo Instituto Federal Catarinense (IFC).

O Forgifesc foi implementado em março de 2014. “Desde lá, foram mais de oito encontros, compras compartilhadas e o I Seminário de Gestão Pública Sustentável. Buscamos uma maior articulação entre as instituições, que podem alcançar juntas seus objetivos, com o enfoque social. Precisamos agora dar um passo à frente, por isso, buscamos a participação das altas gestões e dos órgãos de controle”, afirmou o coordenador do Forgifesc, Érico Madruga. “É preciso avançar na questão da sustentabilidade social como critério de gestão”, complementou.

Gestores, técnicos, docentes e estudantes participam do seminário. A pró-reitora de Administração do IFSC, Elisa Flemming Luz, o pró-reitor de Administração do IFC, Maurício Lehmann, o analista de finanças da CGU, Rodrigo de Bona, a doutoranda na área de Ética e Sustentabilidade pela UFSC, Vanderleia Martins Lohn, o coordenador do Mestrado Profissional em Administração Universitária da UFSC e diretor do Instituto de Pesquisas e Estudos em Administração Universitária (Inpeau), Pedro Antônio de Melo, contribuem com os debates.

Entre as temáticas abordadas, “A Sustentabilidade das Ifes com enfoque social – Efetividade, Cidadania e Controle social”. A reitora Roselane Neckel destacou a responsabilidade social das instituições de ensino e a importância da mudança de cultura para sustentabilidade. “É uma cultura que não foi construída. Quando nós, gestores de instituições públicas, estamos dando exemplo, isso tem uma capilaridade muito grande e atinge vários setores, e reflete na formação de professores. Um grande desafio é a formação de cidadãos com consciência das questões ambientais”, disse.

Na programação, as palestras “Eficiência pública, cidadania e controle social nas Ifes”, “Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS): um caminho para a Gestão Pública”, “Projeto de formação socioambiental de servidores técnicos e administrativos da Universidade de São Paulo (USP): educação ambiental em capilaridade”, “Plano de Logísitca Sustentável no Ministério do Meio Ambiente: monitoramento e avaliação” e o painel “Sustentabilidade: uma responsabilidade de todos”. Experiências e desafios das Ifes na elaboração de seus Planos de Logística Sustentável (PLS) também estarão cem pauta. A apresentação de cases de sustentabilidade nas Ifes Catarinenses a assinatura da carta de compromissos sustentáveis estão previstas para o período da tarde.

Bruna Bertoldi Gonçalves / Jornalista / Diretoria-Geral de Comunicação / UFSC / imprensa.gr@contato.ufsc.br

UFSC desenvolve manual de orientação para compras públicas sustentáveis

21/10/2015 08:32

A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) elaborou um manual para orientar a aplicação de critérios de sustentabilidade em compras públicas. O guia foi desenvolvido em conjunto por estudantes de Engenharia Sanitária e Ambiental, representantes da Pró-Reitoria de Administração (Proad) e da Pró-Reitoria de Planejamento e Orçamento (Proplan). Dos 110 processos licitatórios para aquisição de material de consumo e permanente realizados entre agosto e outubro, 63 contemplaram a inclusão de pelo menos um critério de sustentabilidade.

O projeto visa incentivar e orientar a inclusão de critérios de preservação do meio ambiente nas licitações da UFSC. O arquivo está disponível em PDF e pode ser acessado por meio deste link. O manual é o primeiro documento de um projeto intitulado “Inclusão de Critérios Ambientais nas Compras e Contratações da UFSC”, o qual procura estimular práticas sustentáveis nas instituições fornecedoras que pretendem concorrer às licitações da Universidade. Ao solicitar certificados de segurança, selos de proteção ambiental e economia de energia, as empresas interessadas nas licitações começam a se adequar para atender a essas exigências.

Uma segunda iniciativa, contemplada pelo mesmo projeto, está focada na aplicação dos critérios ambientais nas licitações para contratação de empresas prestadoras de serviços. Além de leis, selos e certificados adquiridos pelas empresas fornecedoras de serviço, este manual específico contará com orientações na seleção de companhias que cumpram com as exigências legais de proteção à natureza, economia de energia e normas de segurança no trabalho.

O professor e coordenador do projeto, Fernando Sant’Anna, conta que o desenvolvimento durou cerca de dois anos, contemplando pesquisas em selos e critérios legais a serem ponderados na seleção de empresas para participarem da licitação. Os pesquisadores tomaram como base os parâmetros utilizados por instituições públicas com amplo reconhecimento no setor de responsabilidade socioambiental, como o Tribunal de Contas da União (TCU).

A diretora do Departamento de Compras (DCOM) da UFSC, Karen Pereira Alvares, explica que os critérios estão sendo aplicados em médio prazo para que as empresas consigam se adequar às exigências sustentáveis: “No geral, as instituições de maior porte atendem a um maior número de requisitos ambientais tanto em termos de qualificação de produto (especificação do material) quanto em qualificação da empresa (licença ambiental, plano de gerenciamento de resíduos sólidos, certificações de processos)”.

Incluir critérios de sustentabilidade nas compras e contratações federais é uma maneira de as instituições mobilizarem os fornecedores a buscarem práticas com maior impacto socioambiental. Dados do International Centre for Sustainable Development apontam que as licitações correspondem a aproximadamente 10% do PIB brasileiro e que a adoção de medidas de preservação do meio ambiente é uma forma de estimular o mercado na movimentação de produtos e de soluções que economizem água e energia.

Gabriel Daros Lourenço / Estagiário de Jornalismo / DGC / UFSC / imprensa.gr@contato.ufsc.br

UFSC investe mais de R$ 6 milhões em infraestrutura na Fazenda Experimental Ressacada

17/07/2015 20:15

Investimentos da ordem de R$ 6 milhões vem sendo aplicados em obras de infraestrutura de ensino, pesquisa e extensão na Fazenda Experimental Ressacada, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Já estão em operação um novo bezerreiro, um centro de manejo de gado de corte e infraestrutura de manejo de água. Além disso foram finalizadas as obras de um novo reservatório e a construção e revitalização do galpão de máquinas e de armazenamento de insumos e equipamentos. Outros projetos estão em desenvolvimento, como a construção de um galpão para os cursos do Departamento de Fitotecnia, um centro de manejo de ovinos e obras da subestação e infraestrutura da rede de energia, de telecomunicações e circuito fechado de TV.

A maioria das obras ficaram prontas em 2014. “A Fazenda recebeu investimentos importantes. Hoje o local conta com uma estrutura mais adequada à diversidade de projetos executados por professores, técnicos e estudantes. Muitas pessoas trabalharam e continuam trabalhando para que estas mudanças se tornassem realidade, atendendo a uma demanda legítima da comunidade do CCA”, salienta a reitora Roselane Neckel.

Crescimento pela qualidade

Estrutura de Manejo de Água, obras financiada pela UFSC e CT-Infra. (Foto: Jair Quint/Fotógrafo da Agecom/DGC/UFSC)

O diretor do Centro de Ciências Agrárias (CCA), José Carlos Fiad Padilha, destaca que, após uma avaliação baixa do curso de Agronomia entre os anos de 2008 e 2012, o Centro priorizou os investimentos na Fazenda, com a implantação de novas unidades e mais recursos humanos. “Abrimos mão de algumas necessidades aqui do centro, para que a Fazenda fosse prioritária. Com isso, na avaliação seguinte, conseguimos o conceito máximo (5) para o curso e desde então estamos sendo muito bem avaliados”, salienta Padilha.

Desde então, foram instaladas unidades de ovinocultura, e recentemente a Fazenda finalizou uma boa estrutura de bovinocultura, com o novo bezerreiro e o projeto de manejo de gado de corte. As necessidades de crescimento da Fazenda demandaram a obra, já em execução, da ampliação da rede de energia e do manejo de água. Além disso, em 2013, em um acordo com a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) e o Governo do Estado de Santa Catarina para a ampliação do Aeroporto Internacional Hercílio Luz, a UFSC cedeu um espaço de 47,8 hectares por uma área equivalente, pertencente ao Centro de Formação e Aperfeiçoamento da Celesc (CeFA).

Atualmente a Fazenda é utilizada como suporte para várias disciplinas dos cursos de graduação em Agronomia, Engenharia de Aquicultura e Zootecnia, além de programas de pós-graduação em Recursos Genéticos Vegetais, Ciência de Alimentos, Aquicultura e Agroecossistemas, entre outros. “A Fazenda da Ressacada é um apoio muito importante para nós, e para o Brasil. O país precisa de pessoas com treinamento de alto nível, para desenvolver novas tecnologias, e ganhar o mercado. Assim, com ensino e pesquisa de qualidade, poderemos melhorar as produções”, conclui o diretor Padilha.

Investimentos CT-Infra

Dois projetos terminados em 2014, o Centro de Manejo de Gado de Corte e o de Manejo de Água, foram custeados, em parte, com apoio do CT-Infra – programa da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), criado para viabilizar a modernização e ampliação da infraestrutura e dos serviços de apoio à pesquisa. Foram investidos recursos CT-Infra da ordem de R$ 470 mil.

“O funcionamento desta estrutura irá certamente melhorar muito as condições da pesquisa, além de incrementar a estrutura da Fazenda Ressacada como um todo”, ressalta o pró-reitor de Pesquisa, Jamil Assreuy. A Propesq, por meio do Departamento de Projetos e sua Coordenadoria de Projetos Institucionais realizou a gestão dos recursos CT-Infra para as novas construções, e para a aquisição de cinco máquinas agrícolas para pesquisas agroambientais na Fazenda.

Infraestrutura como diferencial

O médico veterinário da Fazenda Ressacada, Thiago Mombach, explica que toda semana a área recebe um número expressivo de estudantes de graduação, além de projetos de pesquisa e extensão. “A Fazenda é extremamente produtiva na área científica. No último semestre, só a área de ovinos recebeu mais de 30 aulas práticas. Com bovinos e equinos temos aulas toda semana. Em pesquisa, são seis experimentos acontecendo simultaneamente. Recentemente recebemos 60 agricultores de um projeto do Ministério do Desenvolvimento Agrário para capacitar produtores de tabaco em ovinocultura e produção de hortaliças”, enumera Mombach. “A fazenda está em plena ebulição, bem conectada com a realidade rural, crescendo de acordo com o mercado e com as necessidades de ensino, e tentando se posicionar sempre à frente em termos de conhecimento e de estrutura”, complementa o médico veterinário.

Os projetos com animais tiveram um importante avanço em 2014 com a finalização das obras de bovinocultura. Outras duas estruturas – um centro de ordenha para bovinos, que aguarda recursos, e um centro de manejo de ovinos, já em construção – estão previstas.

As estruturas finalizadas contam com conceitos modernos de instalações rurais, explica o professor Luiz Carlos Pinheiro Machado Filho, responsável pelos projetos com bovinos. “Hoje estamos muito bem servidos, planejamos instalações abertas com vistas a receber o sol – principal instrumento de sanidade animal. Todas as instalações levam em conta o que a ciência apresenta de mais moderno, tanto em termos de bem-estar animal, orientação solar, comportamento animal, e a ergonomia do ser humano que vai trabalhar aqui”, detalha Pinheiro Machado.

O Centro de Manejo de Gado de Corte, em especial, foi planejado para possibilitar o trabalho com animais de grande porte de forma confortável, interligado via internet com os sistemas de ensino e pesquisa da UFSC. O Centro conta, ainda, com um laboratório básico de reprodução, onde é possível manter amostras para inseminação dos animais, realizar análise de sangue, fezes, urina e fluido ruminal.

Outro investimento também finalizado em 2014 foram as obras de manejo de água. O engenheiro agrônomo Nuno de Campos Filho, coordenador técnico da Fazenda, explica que as novas estruturas são de grande importância para as atividades desenvolvidas tanto com lavouras como no trato com os animais. “Temos aqui um solo muito arenoso, com um lençol freático bastante superficial, além de estarmos com pouca altura em relação ao mar e às áreas de mangue. Sem esse investimento tínhamos problemas sérios de alagamento com a subida das marés e excesso de chuvas, e, nos períodos de seca, também”, ressalta. Com o sistema recém-implantado de drenagens, será possível controlar a altura da água no solo, a hidratação do solo ideal para pastos e lavouras, além de manter um grande reservatório de água para a instalação, em breve, de um sistema de irrigação.

O investimento mais significativo é o de expansão elétrica e de dados da Fazenda. São mais de R$ 3 milhões investidos na construção, em andamento, de uma subestação e de toda a infraestrutura subterrânea de rede de energia elétrica, além de infraestrutura de telecomunicações e circuito fechado de TV. Com a finalização dessas obras será possível levar energia elétrica estável e rede telefônica e de internet para toda a Fazenda, o que reflete nos projetos de irrigação e na utilização de laboratórios como os que estão sendo colocados no Centro de Manejo de Gado de Corte.

 

 

 

Mayra Cajueiro Warren
Jornalista/Diretoria-Geral de Comunicação

Fotos: Jair Quint/Fotógrafo da Agecom/DGC/UFSC

Conselho Universitário aprova Relatório de Gestão 2014

27/04/2015 12:53

O Conselho Universitário (CUn) se reuniu em sessão extraordinária na tarde da última sexta-feira, 24, e aprovou, em regime de urgência e por unanimidade, a prestação de contas e o Relatório de Gestão da UFSC referentes ao exercício de 2014. O processo foi requerido pela Pró-Reitoria de Planejamento e Orçamento (Proplan), com relatoria da conselheira Elisete Dahmer Pfitscher.

“Para a instituição é muito importante a aprovação do Relatório, pois, além de um diagnóstico do que foi realizado em 2014, também apresenta os desafios a serem enfrentados e resolvidos em nossa instituição”, afirma a reitora Roselane Neckel. Entre os tópicos apresentados no Relatório de Gestão 2014 estão a estrutura acadêmica e organizacional da UFSC, informações sobre governança e relacionamento com a sociedade e dados sobre execução orçamentária e financeira. “É uma exigência do Tribunal de Contas da União (TCU) e representa a prestação de contas da Universidade frente à comunidade interna e à sociedade em geral”, avalia o pró-reitor de Planejamento e Orçamento, Antonio Cezar Bornia.
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Novos gestores da Proplan e da Seai tomam posse

13/02/2015 09:32
Reitoras apresentam diretora da BU, pró-reitora adjunta de Planejamento e Orçamento e secretário adjunto de Aperfeiçoamento Institucional. Foto: Jair Quint/Agecom/UFSC

Reitoras apresentam diretora da BU, pró-reitora adjunta de Planejamento e Orçamento e secretário adjunto de Aperfeiçoamento Institucional. Foto: Jair Quint/Agecom/UFSC

A posse da nova pró-reitora adjunta de Planejamento e Orçamento da UFSC, Anna Cecília Amaral Petrassi, e do novo secretário adjunto de Aperfeiçoamento Institucional, Marcelo Minghelli, reuniu cerca de 30 pessoas no Prédio II da Reitoria, no bairro Trindade, na última terça-feira, 10 de fevereiro.

A reitora Roselane Neckel e a vice-reitora Lúcia Helena Martins Pacheco entregaram aos novos integrantes da gestão as suas portarias de designação e informaram aos presentes que as escolhas foram feitas em janeiro devido à redistribuição, a pedido, dos profissionais que atuavam nos cargos para instituições de outras cidades. Petrassi e Minghelli substituem Izabela Raquel e Jeanine Nicolazzi Philippi, respectivamente. A reitora agradeceu o trabalho desenvolvido pelos antecessores e desejou as boas-vindas aos que iniciavam as atividades.

Petrassi atuou durante quatro anos como coordenadora de Planejamento Institucional no Departamento de Planejamento e Gestão da Informação (DPGI) da Pró-Reitoria de Planejamento e Orçamento (Proplan). “Temos avançado no planejamento da instituição. Conseguimos fazer a implementação de um sistema para gerenciar projetos e fizemos o Plano de Desenvolvimento Institucional. É preciso frisar a importância da proximidade do planejamento com o orçamento. É nesse sentido que espero contribuir”, disse. “Fizemos um trabalho nesses últimos anos que nos possibilita, agora, parar e pensar o que ainda vamos fazer na UFSC. Vamos fazer o cruzamento do orçamento e das nossas necessidades de forma planejada”, informou a reitora Roselane Neckel.

O novo secretário adjunto de Aperfeiçoamento Institucional é doutor em Direito e atuou como secretário de Estado de Ciência e Tecnologia do Acre. A Seai é um órgão de apoio à Chefia de Gabinete que oferece orientações em temas como processos administrativos que tramitam na instituição. “É uma honra fazer parte da UFSC, uma das melhores universidades do país”, disse Marcelo Minghelli ao iniciar sua fala. “A burocracia não deve ser um instrumento de poder, mas de aperfeiçoamento da gestão e da coisa pública. Muitas vezes, a legislação manda fazer uma coisa e o papel institucional, outra. Fazer com que se obedeça à legislação e se otimizem os resultados é um dos objetivos”, afirmou.

Outra transição que foi anunciada é a da servidora técnico-administrativa Cristiane Denise Rutkoski, que trabalhava na Seai e passa a atuar, na próxima semana, como secretária do Conselho de Curadores. A indicação de outros dois servidores do Gabinete da Reitoria para o desempenho de funções na Pró-Reitoria de Administração (Proad) também foi mencionada: a servidora Daiana Prigol Bonetti assume como coordenadora de Apoio Administrativo, e o administrador Marcelo Marins Padilha passa a trabalhar junto ao pró-reitor Antônio Carlos Montezuma.

A nova diretora da Biblioteca Universitária, Sigrid Karin Weiss Dutra, que assumiu a função no dia 2 de janeiro de 2015 no lugar de Dirce Maris Nunes da Silva, também foi citada nos agradecimentos. “Sensibilizada pela equipe da BU, que me recebeu bem e me apoiou, aceitei o desafio, que é grande, mas que me motiva e é apaixonante. Estou aqui para contribuir”, disse a diretora. A vice-reitora Lúcia Helena Martins Pacheco agradeceu a todos. “Nesse momento, as transições acontecem por vários motivos. Quanto mais conseguirmos manter pessoas capacitadas nos cargos, melhor”, afirmou. Pró-reitores, diretores, coordenadores, secretários, docentes e técnicos da UFSC participaram do evento.

Bruna Bertoldi Gonçalves

Jornalista / Diretoria-Geral de Comunicação / UFSC

imprensa.gr@contato.ufsc.br

Campus Curitibanos começa 2015 com obras

30/01/2015 10:30

Aqueles que passam pelo campus da UFSC em Curitibanos neste início de ano podem perceber a movimentação dos canteiros de obras no local. Os trabalhos são para a construção do Bloco 2 de Salas de Aula e Laboratórios (CBS-02); para o cercamento do campus e para a reforma do Centro de Educação Profissionalizante (Cedup), que receberá os laboratórios de Anatomia Animal e de Patologia Veterinária. As obras começaram na primeira quinzena deste mês.

“Essas estruturas são importantes para o futuro do campus. Vamos ter a ampliação física, com o prédio CBS02, e a reforma do Cedup, oportunizando mais qualidade aos cursos. Há a nossa preocupação não só com a parte técnica e de infraestrutura, mas com a motivação para os próprios estudantes”, explica o diretor acadêmicodo Campus Curitibanos, Juliano Gil Nunes Wendt. De acordo com o diretor de Gestão Orçamentária da Pró-Reitoria de Planejamento (Proplan) da UFSC, Otávio Vanderlei Berlanda, as três obras contam com recursos do Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (Reuni), do Governo Federal.

Construção do Bloco CBS-02

A construção de mais de 9.000,00 m² deverá abrigar 29 laboratórios, 13 salas de aulas, 51 salas de professores, 14 salas técnicas, três salas de reuniões, um herbário, uma sala de

Imagem em 3D do projeto do Bloco CBS-02.

Imagem do projeto do Bloco CBS-02 elaborado pelo DPAE.

apoio, uma sala de bolsistas, um almoxarifado, uma sala de técnicos, uma sala do centro acadêmico, além deu ma central de autoclaves e quatro elevadores. A previsão é de que o Bloco CBS-02 esteja concluído até 26 de agosto de 2016. O espaço será utilizado pelos cursos de Engenharia Florestal, Agronomia e Medicina Veterinária.

O prazo para conclusão da obra, licitada por meio do Regime Diferenciado de Contratação (RDC), é de 600 dias. A modalidade de licitação foi implantada na Universidade em julho de 2013 e possibilita maior celeridade na contratação de obras e serviços de engenharia. De acordo com o diretor do Departamento de Fiscalização de Obras (DFO) da Universidade, Rodrigo Bossle Fagundes, o desconto obtido no processo licitatório foi de cerca de 12%, com valor final de R$ 22.220.822,28.

O arquiteto da UFSC, Evandro Machado Fernandes, informa que o projeto arquitetônico e os complementares – proteção contra incêndio, paisagismo, impermeabilização, hidrossanitário, elétrico e de cabeamento, drenagem – foram feitos pelo do Departamento de Projetos de Arquitetura e Engenharia (DPAE) da Universidade. “Apenas o projeto estrutural foi contratado por licitação, para atender os prazos”, explica.

A coordenadora de fiscalização de obras da UFSC, Ligia Pauline Mesquita, ressalta que as atividades dependem das condições climáticas. “Em Curitibanos, são comuns os temporais no final da tarde. Às vezes, cai uma chuva e a máquina fica uns três dias parada, até o solo firmar de novo. A equipe já começou a parte de terraplanagem, de movimentação de terra. Na sequência, vem a parte da escavação para iniciar a fundação. É uma obra longa, extensa, mas o cronograma está bem dimensionado”, avalia.

O Bloco 2 será o terceiro prédio do campus e o segundo localizado na sede, e vem no rastro de outras obras. “O primeiro prédio foi feito em duas etapas; é um bloco de salas de aula, laboratórios e salas de professores já pronto. Depois, foi a obra do anel viário, a subestação e, na sequência, o galpão de produção vegetal, que está sendo concluído e está localizado na Fazenda Experimental”, explica Bossle. As obras citadas foram concluídas em 2010, juntamente com a finalização das infraestruturas elétrica e de telecomunicações do campus.
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Comissão Própria de Avaliação da UFSC conclui primeira fase de atividades

23/10/2014 15:47

A proposta de Regimento e o Plano de Ações e Metas – documentos que orientam os trabalhos que serão desenvolvidos – da Comissão Própria de Avaliação (CPA) da UFSC foram entregues à reitora Roselane Neckel no dia 29 de setembro. A CPA é um órgão colegiado permanente instituído pelo Ministério da Educação (MEC) por meio da Lei nº 10.861/2004 com o intuito de que as universidades públicas ou privadas executem processos internos de avaliação. O objetivo da Comissão é identificar demandas e realizar diagnóstico dos cursos, do quadro docente e da estrutura dos centros de ensino para propor ações de aperfeiçoamento.

O presidente da CPA, professor Irineu Afonso Frey, informa que, nessa primeira fase, a equipe fez reuniões mensais e desenvolveu atividades em ambiente virtual. Para a segunda etapa de atividades, a Comissão foi dividida em três grupos de trabalho que serão responsáveis pela revisão dos instrumentos e pela forma como os dados serão coletados, pelo alerta para a participação da comunidade acadêmica na avaliação e pela publicação dos resultados. “O trabalho é desenvolvido de forma independente, a CPA é uma espécie de extensão do MEC dentro da Universidade”, ressalta Frey.
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