Blog da Gestão
  • Auxílio Moradia: selecionados devem entregar documentação até 26 de setembro

    A Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Prae) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) informa aos estudantes selecionados para o Programa Auxílio Moradia que o prazo de entregue da documentação, encerrado no dia 20 de setembro de 2013 (sexta-feira), foi prorrogado até esta quinta-feira, dia 26 de setembro. Após esta data, as vagas não preenchidas serão repassadas aos estudantes em lista de espera.

    Mais informações: Edital 024 2013 – Complementar – Programa Auxílio Moradia.


  • DAC abre inscrições para ’27ª Exposição de Arte dos Funcionários da UFSC’

    O Departamento Artístico Cultural (DAC), da Secretaria de Cultura (SeCult), da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), abre as inscrições para a “27ª Exposição de Arte dos Funcionários da UFSC”, de 7 a 18 de outubro de 2013. A Exposição é uma realização da Galeria de Arte da Universidade e faz parte da programação da “2ª Semana de Arte do DAC”, que ocorrerá na primeira semana do mês de novembro deste ano.

    Poderão se inscrever servidores técnico-administrativos e docentes dos quadros efetivos da UFSC, em atividade ou aposentados, lotados no Campus de Florianópolis e nos campi de Araranguá, Curitibanos e Joinville.

    A abertura da exposição está agendada para 4 de novembro de 2013 (segunda-feira), às 18h30min, no Hall da Reitoria da UFSC, no Campus de Florianópolis, e a exposição ficará aberta para visitação até 29 de novembro, de segunda a sexta-feira, das 8h às 18 horas.
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  • Evento celebra 40º Aniversário da Independência da Guiné-Bissau

    A Associação dos  Estudantes Guineenses no Estado de Santa Catarina (AEGUISC), com o apoio da Secretaria de Relações Internacionais (Sinter) da Universidade Federal de Santa catarina (UFSC), promoverá homenagem ao 40° Aniversário da Independência de Guiné-Bissau, com o objetivo de divulgar a cultura e promover a reflexão da atual conjuntura sociopolítica do país.

    O evento será realizado, no dia 27 de setembro, sexta-feira, das 14h às 18 h, no Auditório do Centro de Ciências da Educação (CED) da UFSC, e será gratuito e aberto à comunidade.

    No dia 28 de setembro, a partir das 21h, na Associação Novo Horizonte, ocorrerá a festa de celebração ao aniversário do país. Para adquirir ingresso, os interessados devem entrar em contato com o organizador Yuri Tavares (48- 8435-9764 ou Esta imagem contém um endereço de e-mail. É uma imagem de modo que spam não pode colher.).
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  • Secretaria de Cultura lança edital para ocupação dos espaços públicos

    A Secretaria de Cultura (SeCult) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) abre, por meio do Edital 003/SeCult/2013 – Espaço Vivo -, as inscrições de projetos para ocupação dos espaços públicos sob sua administração no Centro de Cultura e Eventos, Auditório da Reitoria e o Templo Ecumênico, no período  de 3 de fevereiro a 19 de dezembro de 2014. As inscrições poderão ser feitas de 23 de setembro a 31 de outubro de 2013, e só serão avaliadas as propostas apresentadas por meio do Sistema de Reserva de Espaço Público da SeCult.
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  • Conselho Universitário se reúne em sessão ordinária nesta terça-feira

    O Conselho Universitário (CUn) da UFSC se reúne em sessão ordinária no dia 24 de setembro, terça-feira, às 8h30, na Sala “Professor Ayrton Roberto de Oliveira” (Sala dos Conselhos). A sessão será transmitida ao vivo.
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  • UFSC desenvolve ações para promover acessibilidade aos estudantes

    A Coordenadoria de Acessibilidade Estudantil (CAE) da Pró-Reitoria de Graduação da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) foi instituída no mês de agosto. A equipe, formada por duas pedagogas, uma fonoaudióloga e uma psicóloga educacional, atende estudantes e presta assessoria aos cursos de graduação e de pós-graduação da Universidade. O grupo propõe reuniões semestrais com coordenadores de cursos e com professores das disciplinas em que os alunos atendidos estão matriculados para planejamento de estratégias pedagógicas.

    Além disso, o setor ministra cursos para docentes por meio do Programa de Formação Continuada (Profor) e, atualmente, trabalha na formulação de diretrizes de trabalho e na construção da política de acessibilidade da Universidade, com base na Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Congresso/DLG/DLG-186-2008.htm) e em legislações nacionais.

    “O trabalho da Coordenadoria tem foco na eliminação das barreiras do contexto, que podem ser as referências visuais para um estudante com deficiência visual, por exemplo. Trabalhamos para criar condições igualitárias de acesso ao conhecimento. O aluno pode ter condições diferentes, mas a ideia é que tenha as mesmas oportunidades dos outros alunos”, esclarece a coordenadora Patrícia Muccini Schappo.

    Sete bolsistas auxiliam os alunos com deficiência na organização dos estudos. Cinco deles participam de estágio não obrigatório e dois integram o projeto Núcleo de Acessibilidade da UFSC, contemplado pelo edital do Programa de Bolsas de Extensão (Probolsas) da Pró-Reitoria de Extensão desde 2011. Os bolsistas são acompanhados e supervisionados pela CAE.

    Patrícia Schappo explica que são avaliadas as particularidades de cada caso, como o tipo de deficiência e as demandas dos cursos. “O bolsista transcritor auxilia nos registros das aulas. Já o bolsista descritor é indicado para alunos com deficiência visual. Ele descreve todo o material que é apresentado de forma visual, como os slides de uma aula”, diz.

    Mapeamento

    A CAE fez o mapeamento dos estudantes com deficiência com o auxílio da Superintendência de Governança Eletrônica e Tecnologia da Informação e Comunicação (SeTIC) por meio do Sistema de Controle Acadêmico da Graduação (CAGR). O levantamento, realizado no primeiro semestre letivo deste ano, apurou que 111 alunos de graduação e 10 de pós-graduação dos campi de Araranguá, Curitibanos, Joinville e Florianópolis se enquadram nesse perfil. Deficiência visual, deficiência auditiva, surdez, surdocegueira, transtorno do espectro autista, nanismo, deficiência física, mobilidade reduzida e deficiência intelectual foram características identificadas entre os alunos.

    Antes da criação da CAE, o trabalho com foco na acessibilidade dos estudantes era organizado de outra forma. No final de 2010, o Comitê de Acessibilidade, composto por servidores técnicos e docentes, foi formalizado. Em outubro de 2012, criou-se o Núcleo de Acessibilidade, uma exigência do Governo Federal. O Programa Incluir, do Ministério da Educação (MEC), propõe ações para garantir o acesso de pessoas com deficiência às instituições federais de ensino superior. Até o ano passado, as universidades concorriam aos recursos destinados à criação dos núcleos por meio de seleção. Em 2013, a política de editais foi extinta e o MEC passou a encaminhar recursos às instituições que têm alunos com deficiência matriculados.

    “A diferença entre o Núcleo e a Coordenadoria é a organização institucional. Durante muito tempo foram desenvolvidas ações isoladas na Universidade. Havia um grupo de servidores nomeados por portaria que tinham carga horária de dez horas semanais para se dedicar a esse trabalho. O poder de ação era limitado e não tínhamos um espaço físico”, relembra a coordenadora Patrícia Muccini Schappo.

    Parcerias

    A CAE desenvolve parcerias internas com Subcomitê de Acessibilidade – grupo que desenvolve um estudo avaliativo sobre as condições de acessibilidade nos campi da UFSC –, com o Núcleo de Fonoaudiologia do Hospital Universitário (HU) e com a Biblioteca Universitária (BU). Há também uma parceria externa, com a Associação Catarinense para Integração do Cego (ACIC).

    A BU possui o Ambiente de Acessibilidade Informacional (AAI), através do qual é possível produzir material acessível em diferentes formatos. Lupa, tablet, webcam, sistema FM de comunicação sem fio – artifício que aumenta a qualidade do áudio – mouse adaptado para pessoas com deficiência na motricidade fina e outras tecnologias assistivas estão disponíveis para empréstimo. O ambiente para estudo está localizado no piso térreo da Biblioteca.

    “O AAI possibilita a socialização da informação. A cada dia, aumenta a demanda para produção de material acessível para os nossos alunos. Temos acervo em braile, acervo digital, materiais em áudio, textos com fonte maior para alunos com baixa visão. Disponibilizamos também scanner e softwares específicos para leitura”, comenta a diretora da BU, Dirce Maris Nunes da Silva.

    De acordo com Clarissa Pereira, auxiliar de biblioteca que trabalha no AAI há quase dois anos, o AAI iniciou como projeto em 2006. Em outubro de 2011 começaram as atividades regulares. Atualmente, 24 alunos são atendidos de forma individualizada. “O AAI atende principalmente alunos com deficiências visuais diversas e com paralisia. Porém, também temos vinculados ao ambiente alunos com Síndrome de Irlen e dislexia que também necessitam de adaptações em seu material de aula. O tipo de material mais utilizado pelos alunos do AAI é a adaptação para alunos cegos, surdocegos e com baixa visão. O aluno com qualquer deficiência quanto ao acesso à informação pode se vincular ao AAI”, explica.

    “Um aluno com paralisia cerebral pode utilizar um mouse adaptado e a colmeia, que é uma placa de acrílico acoplada ao teclado na qual há uma perfuração em cada tecla, para que o aluno introduza o dedo para teclar. Essa tecnologia bloqueia o descontrole motor. Todo o material disponibilizado pelos professores nas disciplinas vai para o

    Colmeia e mouse adaptado disponíveis no AAI da BU
    Foto: Gabriela Dequech – AI/GR

    AAI para que seja produzido em formato acessível. Tudo que é produzido fica no acervo da BU. Assim, o material que um aluno utiliza neste semestre poderá ser utilizado por outro aluno no próximo”, informa Patrícia.

    A CAE solicitou à SeTIC modificações nos sites da UFSC para que sejam acessíveis às pessoas com deficiências sensoriais. Por meio do uso de ferramentas que analisam a acessibilidade de sites, foram desenvolvidos relatórios, que serviram de base para algumas alterações.

    “Fizemos adaptações técnicas nos campos do HTML para que os softwares usados pelas pessoas com deficiência visual tenham maior compatibilidade com as páginas da UFSC. Há cerca de três semanas disponibilizamos uma versão já com as pendências solucionadas. Estamos trabalhando para desenvolver um novo layout para os sites da Universidade, e levaremos em conta a acessibilidade”, explica o coordenador de Data Center e Serviços da SeTIC, Guilherme Arthur Gerônimo.

    A equipe trabalha em conjunto com os bolsistas para criar uma página institucional da CAE com a proposta de esclarecer dúvidas e divulgar informações sobre o trabalho que desempenha. A previsão é de que o site esteja em funcionamento até o final do mês de outubro. “Optamos pelo blog por ser um formato interativo”, esclarece Patrícia.

    Desafios

    Esclarecer para a comunidade da UFSC o que é acessibilidade é uma das principais dificuldades enfrentadas pela equipe. De acordo com Patrícia, o desafio é mexer na estrutura, pois a maioria dos setores não possui espaço físico adequado para pessoas com deficiência. “Propor mudanças nem sempre é fácil, ainda mais se o conceito de acessibilidade não está claro. Muitos veem deficiência como incapacidade; nós vemos como uma condição humana. Ainda se confunde acessibilidade com assistencialismo, com concessão de privilégios. Precisamos esclarecer que acessibilidade é criar condições de acesso e eliminar barreiras”, diz.

    A UFSC apresenta carência de intérpretes de nível superior da língua brasileira de sinais (Libras). A instituição conta com sete profissionais. A Administração Central busca soluções junto ao MEC para a contratação de intérpretes. “Seria importante termos intérpretes de Libras trabalhando em conjunto com a CAE. A equipe está em construção e precisa de um assistente em Administração que ajude a cumprir com os trâmites institucionais. Estamos sempre atendendo alunos, professores e familiares e nem sempre damos conta das exigências burocráticas”, comenta a coordenadora.

    Os campi de Araranguá, Curitibanos e Joinville são assessorados pelo CAE. Ainda não há núcleos de acessibilidade nesses campi. Uma assistente social em Araranguá e uma assistente social e um técnico em assuntos educacionais em Curitibanos atuam como agentes cooperativos de acessibilidade. “Foram realizadas reuniões técnicas para apresentar a Coordenadoria e solicitar profissionais para atuar em conjunto nos campi”, explica Patrícia. Os membros da CAE ainda não visitaram o campus de Joinville, mas a previsão é de que a visita aconteça ainda neste ano.

    Além de trabalhar com alunos da graduação e da pós-graduação, a CAE dá suporte ao Colégio de Aplicação e ao Núcleo de Desenvolvimento Infantil (NDI) da UFSC. A coordenadora relata a dificuldade de estruturar a acessibilidade no ensino superior. “Cada profissional da equipe está desenhando suas atribuições. Não há um modelo como há na educação básica. Tentamos contato com setores de acessibilidade de outras universidades, mas percebemos que estão todos em fase de implantação ou voltados para uma deficiência em especial”, pontua.

    Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (48) 3721-4648 ou pelo e-mail acessibilidade@contato.ufsc.br.

    Bruna Bertoldi Gonçalves
    (48) 3721-9319 / bruna.bertoldi@ufsc.br
    Assessoria de Imprensa do Gabinete da Reitoria / UFSC


  • UFSC encaminha documento ao MEC sobre demanda de intérpretes de Libras

    A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) busca soluções há cerca de dois anos junto ao Ministério da Educação (MEC) para efetuar a contratação de mais intérpretes de nível superior da língua brasileira de sinais (Libras), necessários para atender às demandas da instituição. A inclusão emergencial de pelo menos nove tradutores intérpretes foi solicitada pela UFSC com base em um estudo encaminhado ao MEC e também foi reivindicada pelos estudantes surdos da Universidade em uma manifestação na sexta-feira, dia 13.

    Os serviços dos sete profissionais especializados já contratados pela UFSC são utilizados no ensino de graduação e pós-graduação, em seminários e congressos, aulas do curso de Letras Libras, defesas de mestrado e doutorado, entre outras ações. No entanto, para atender às necessidades institucionais, é necessário ampliar o quadro. Além de encaminhar o estudo ao MEC, a Universidade vem buscando soluções legais a curto prazo, inclusive por meio de contratações temporárias para os campi de Florianópolis e Araranguá.

    Segundo informações da Pró-Reitoria de Administração e da Coordenadoria de Acessibilidade Educacional, unidade vinculada à Pró-Reitoria de Graduação, serão contratados dois intérpretes terceirizados para a UFSC (dois postos de trabalho de 20 horas semanais cada) ainda neste semestre. Outros quatro tradutores terceirizados já foram contratados e estão trabalhando no campus de Araranguá.

    Pioneirismo

    A UFSC é referência nacional em tradução e interpretação de Libras/Português, no ensino de graduação, pós-graduação e pesquisa, com a presença, inclusive, de intérpretes em reuniões de colegiado, solenidades e aulas. A UFSC também é pioneira na área – conta com o primeiro departamento de Libras do país, hoje com 22 professores. Atualmente a Universidade dispõe de sete servidores técnico-administrativos em Educação no cargo de tradutor/intérprete nível E, ou seja, com curso superior, que atendem em regime de escala e revezamento.

    Daniela Bieleski é intérprete da Universidade, contratada para uma vaga de nível superior no concurso realizado pela UFSC em 2011, o qual teve cinco nomeações. Ela explica que a equipe atende pelo menos 22 professores, 131 alunos de graduação e 20 de pós-graduação, além de uma aluna do Colégio de Aplicação. Bieleski aponta, ainda, os acompanhamentos em visitas médicas, chamadas telefônicas e reuniões diversas. “Temos uma escala de trabalho. A equipe vai se dividindo, se deslocando”, informa.

    “Traduzir uma aula para Libras demanda muito esforço físico. Por isso, os intérpretes trabalham em dupla. É importante para a saúde do profissional e é uma estratégia da UFSC. Além disso, para fazer um trabalho de qualidade, ele precisa de tempo para se preparar”, argumenta Isaack Saymon. Saymon é surdo, tem 23 anos e é estudante de mestrado em Estudos da Tradução. Natural de Mossoró, no Rio Grande do Norte, ele tem duas graduações, em Letras Libras e em Serviço Social, e buscou o mestrado em Santa Catarina pela qualidade da formação na UFSC.

    Saymon começou o mestrado neste semestre e hoje está matriculado em quatro disciplinas. Em três delas, ele tem acesso a um intérprete ou professor fluente em língua de sinais. No entanto, em uma das disciplinas, que fornece toda a base para o curso, não é possível contar com um intérprete. O aluno preocupa-se por não poder acompanhar as aulas e entende que pode perder os créditos e o aprendizado devido à falta do profissional que traduza as aulas para ele. Saymon complementa que os programas de pós-graduação são os que mais precisam da contratação de intérpretes, uma vez que as aulas de graduação em Letras Libras já contam com professores fluentes nos dois idiomas (Libras e português).

    Iniciativas da Administração Central

    As Pró-Reitorias de Graduação, Pós-Graduação e Administração vêm buscando a contratação de novos intérpretes de Libras. O estudo enviado ao MEC foi elaborado por uma comissão de professores, alunos e técnicos da área e argumenta sobre a necessidade de contratar profissionais de nível superior, hoje não contemplada no Plano de Carreira dos Servidores Técnico-Administrativos em Educação das Instituições Federais de Ensino Superior (PCCTAE), que prevê a carreira de intérprete apenas com nível médio.

    O material demonstra que os intérpretes de Libras equivalem-se, tanto em suas funções como em suas atribuições, àqueles de outros idiomas. O propósito do estudo é não apenas solicitar o atendimento da demanda da UFSC, mas fornecer bases para tomadas de decisão que atendam às necessidades de outras instituições em todo o país.

    Joana Maria Pedro, pró-reitora de Pós-Graduação, reforça que a Administração Central está atenta e buscando soluções para contemplar o que é solicitado pelos alunos. “Estamos tentando todas as alternativas e, em última análise, há a probabilidade de flexibilização do tempo de titulação desses estudantes surdos, frente às dificuldades que eles encontram”, pondera. Além de buscar maior prazo para a conclusão dos trabalhos finais, existe a possibilidade de transferência da data e horário de disciplinas para que sejam oferecidas com a presença de um intérprete. No entanto, a pró-reitora explica que há dificuldades, como a disponibilização do espaço físico e conflitos com compromissos de professores e dos outros alunos matriculados na disciplina, que têm de ser igualmente equacionados.

    Após a manifestação do último dia 13, a Administração Central se prontificou a estudar uma solução legal, a curto prazo, junto à Procuradoria Federal enquanto o MEC não dá uma resposta definitiva ao pleito da instituição. Uma reunião entre os estudantes e as reitoras foi agendada para a próxima semana. “Organizamos um movimento para chamar a atenção das pessoas, porque nós precisamos do direito à acessibilidade respeitado. O nosso direito ao intérprete é o direito de acesso ao conhecimento. A sociedade precisa entender que Libras é a nossa língua e que, sem a tradução qualificada, não é possível interpretar textos ou apresentações, uma vez que ficamos sem a explicação dada pelo professor oralmente em sala de aula”, pede Saymon.

    Mayra Cajueiro Warren
    Assessoria de Imprensa do Gabinete da Reitoria
    imprensa.gr@contato.ufsc.br / mayra.cajueiro@ufsc.br
    (48) 3721-4558


  • Programa Bolsa Estudantil UFSC oferece 1.801 bolsas e recebe inscrições até 22 de setembro

    A Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Prae) informa que estão abertas, até o dia 22 de setembro de 2013, as inscrições para as bolsas disponibilizadas pelo programa Bolsa Estudantil – UFSC, nos campi de Florianópolis, Araranguá, Curitibanos e Joinville.

    Neste edital estão sendo ofertadas 1.801 bolsas. Este número significa uma expansão de aproximadamente 150 bolsas a mais em relação ao pagamento efetuado em agosto de 2013, último mês de vigência do Programa Bolsa Permanência, extinto pela Resolução 32/CUn/2013.

    O Programa Bolsa Estudantil UFSC tem o objetivo de proporcionar auxílio financeiro para a permanência dos estudantes dos cursos de graduação presencial da Universidade Federal de Santa Catarina que se encontram em situação de vulnerabilidade socioeconômica comprovada pela CoAEs/Prae.

    Portanto, não são verdadeiras as informações que estão sendo divulgadas de que a atual administração estaria cortando bolsas.

    Acesse aqui o Edital: Edital 023 2013 – Processo Seletivo Programa Bolsa Estudantil UFSC.

    Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis

    Leia também: Prae emite nota de esclarecimento sobre bolsa estudantil UFSC


  • Concurso da EdUFSC homenageia poesia de Cruz e Sousa

    Gravura de Cruz e Sousa por Mauricio Jobim

    Na hora em que o busto do poeta Cruz e Sousa é roubado da Praça XV, em Florianópolis, a Editora da Universidade Federal de Santa Catarina (EdUFSC) presta uma justa homenagem no seu concurso de literatura. A edição de 2014, cujas inscrições podem ser feitas no período de 30 de setembro a 1º de novembro de 2013, é dedicada à poesia e é também um tributo ao poeta do Desterro e “pai do Simbolismo brasileiro”. Os poemas não precisam ser inéditos, mas não podem ter sido publicados em livro, avisa o edital lançado e disponibilizado na página da editora (www.editora.ufsc.br), lembrando ainda que os autores devem ser naturais de Santa Catarina ou residentes no Estado há pelo menos dois anos. A iniciativa, segundo pensa o diretor executivo Fábio Lopes, valoriza e aproxima a literatura local da editora.

    O prêmio é a publicação do livro com o selo da EdUFSC no decorrer de 2014. Na última edição do Concurso, dedicada à crônica e em homenagem à escritora Maura de Senna Pereira, o livro vencedor foi Crônicas das cidades partidas, da jornalista e professora Jeana Laura da Cunha Santos. Serão editados 300 exemplares ainda neste semestre. Jeana publicou em 2000 A estética da Melancolia em Clarice Lispector, na Coleção Geral. O Concurso foi lançado, em 2010, durante as Comemorações dos 50 anos da UFSC. A primeira edição, dedicada ao romance, homenageou o escritor e ex-diretor da EdUFSC Salim Miguel. O premiado foi o professor e escritor Alckmar Luiz dos Santos com a publicação de Ao que minha vida veio… Na edição seguinte, em homenagem ao cineasta Rogério Sganzerla, diretor do clássico O bandido da luz vermelha, o prêmio foi dirigido para “Roteiros de Cinema e Teatro”. Ganhou, surpreendentemente, um mesmo autor nas duas categorias: o jovem André Felipe Costa Silva. A premiação foi a publicação de Suéter laranja em dia de luto e Não sempre.
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  • EdUFSC prestigia Feira do Livro Universitário em Curitiba

    A Editora da Universidade Federal de Santa Catarina (EdUFSC), procurando ampliar seu espaço no cenário nacional, está participando da Feira do Livro Universitário na Praça Santos Andrade, em Curitiba. O evento é uma parceria da Editora da Universidade Federal do Paraná com o SESC. Segundo o diretor da Editora da UFPR, Gilberto de Castro, estão presentes 30 das principais editoras universitárias do País.

    Integrando a Semana Literária e Feira do Livro do SESC, a EdUFSC está oferecendo,  na feira,  cerca de 300 títulos e mais de mil livros. Os descontos são de 30 a 50%.
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