Blog da Gestão
  • Comemoração do Dia do Servidor Público tem programação diversificada na UFSC

    O Dia do Servidor Público, celebrado na última segunda-feira (28), terá um evento comemorativo na UFSC com apresentações culturais, oficinas e palestras na próxima sexta-feira (01). O evento acontecerá das 07h45 às 17h30 no Auditório e no Hall da Reitoria, em Florianópolis.

    Confira a programação:

    07h45 –  Caminhada em torno da UFSC (CDS)
    Saída em frente à Reitoria

    08h30 – 17h30 – Exposição fotográfica “Cotidiano do trabalho dos servidores da UFSC” – Edson (Velho Bruxo) Luiz da Silva
    Local: Hall da Reitoria

    08h30 – 17h30 – Oficina de Massagem – Projeto Amanhecer – HU
    Inscrições no Hall da Reitoria

    09h – Abertura
    Local: Auditório da Reitoria

    09h30 – 11h30 – Palestra “Da acomodação à transformação do servidor público. Pensando as oportunidades e os êxitos”
    Palestrante: Lorena Machado e Silva
    Local: Auditório da Reitoria

    14h30 – Apresentação de Canto – Núcleo de Estudos da Terceira Idade (NETI)
    Local: Auditório da Reitoria

    14h45 – 15h45 – Oficina de Samba e Carnaval – Projeto Dança Poesia em Movimento
    Local: Auditório da Reitoria

    15h45 – 16h – Apresentação “Dança das três Raças” – Núcleo de Estudos da Terceira Idade (NETI)
    Local: Auditório da Reitoria

    16h – Palestra “Como gastar bem o seu dinheiro”
    Palestrante: Dulce Helena Penna Soares
    Local: Auditório da Reitoria

    Informações:
    Secretaria de Gestão de Pessoas (Segesp)
    (48) 3721-2899


  • EdUFSC promove o livro e a leitura em Curitibanos

    Da 12ª Semana de Ensino, Pesquisa e Extensão (Sepex), realizada de 23 a 26 de outubro no Campus de Florianópolis, a Editora da Universidade Federal de Santa Catarina (EdUFSC) rumou para o Planalto Serrano. A partir desta terça-feira, 29 de outubro, até 1º de novembro, a editora está com a sua feira na Semana do Livro e da Biblioteca do Campus da UFSC de Curitibanos. Todos os títulos próprios, incluindo os lançamentos e reedições, saem pela metade do preço.

    Dentro da política de inclusão social e de incentivo à leitura, a promoção beneficia também os livros listados no vestibular: Últimos Sonetos, de Cruz e Sousa; e O detetive de Florianópolis, de Jair Hamms. Ao todo, está sendo disponibilizado à comunidade de Curitibanos 120 títulos e 800 livros, com destaque para a Coleção Didática.

    Resultado da política de expansão e interiorização da universidade, o Campus de Curitibanos foi instalado para atender às necessidades locais, tomando, entre outros critérios, a vocação regional. As aulas iniciaram no 2º semestre de 2009 e a formação está centrada na área de Ciências Agrárias, que formou as primeiras turmas em agosto de 2012.

    A participação da editora no Campus, não só reduz a distância física da UFSC, mas também possibilita compartilhar o conhecimento gerado pela comunidade acadêmica. A estratégia, segundo o diretor executivo Fábio Lopes, faz parte do programa de metas e ações da atual gestão. Os campi de Araranguá e de Joinville estão igualmente inseridos nesta política de integração institucional, adiantou o diretor.

    Mais informações pelos telefones (48) 3721-9408 e 3721-9605.

    Moacir Loth/Jornalista na Agecom /UFSC 


  • Mudança da Sinter para o Prédio II da Reitoria

    A Secretaria de Relações Internacionais (Sinter) da UFSC informa que não atenderá ao público no período de 31 de outubro (quinta-feira) a 6 de novembro (quarta-feira), devido à mudança para o Prédio II da Reitoria.

    Novo endereço:
    Prédio II da Reitoria, 1º Andar, Avenida Desembargador Vitor Lima, 222, Trindade, Florianópolis.


  • Conselho Universitário se reúne em sessão ordinária nesta quinta

    O Conselho Universitário (CUn) da UFSC se reúne em sessão ordinária no dia 31 de outubro (quinta-feira), às 8h30min, na Sala “Professor Ayrton Roberto de Oliveira” (Sala dos Conselhos). A sessão será transmitida ao vivo.
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  • Mastologista tira dúvidas sobre prevenção e tratamento do câncer de mama

    A mastologia é uma especialidade relativamente nova na medicina, voltada à saúde das mamas. Surgiu há cerca de 25 anos com o desenvolvimento de novas técnicas para o tratamento do câncer de mama. Braulio Leal Fernandes, médico mastologista do Hospital Universitário da Universidade Federal de Santa Catarina (HU/UFSC) e vice-presidente da Regional Catarinense da Sociedade Brasileira de Mastologia, esclarece que ainda é pequeno o número de profissionais dessa área em Santa Catarina. Segundo ele, dos 40 médicos associados no estado apenas 16 são registrados no Conselho Regional de Medicina como mastologistas. Esse número reduzido é um dos motivos pelos quais a prevenção do câncer de mama começa nas consultas de rotina.

    “A prevenção pode perfeitamente ser feita pelo médico da família, ginecologista, clínico geral, geriatra. Eles fazem o exame clínico da mama no consultório e encaminham para os exames de imagem. Se houver uma alteração, a paciente procura o mastologista, que é o especialista em fazer o diagnóstico e verificar se é o caso de fazer o tratamento ou não”, explica Fernandes.

    O médico enfatiza que é preciso identificar pequenas alterações na mama e realizar os exames preventivos periodicamente. “Com o diagnóstico precoce temos condições de reduzir a mortalidade e também a agressividade do tratamento. Se o nódulo é pequeno, com menos de dois centímetros, temos chance de mais de 90% de cura”, ressalta.

    O HU conta com três médicos mastologistas. Participam das atividades relacionadas às mamas também nove residentes de ginecologia e estudantes do quinto e sexto ano de Medicina. A equipe divide-se em atividades de diagnóstico, como a realização de ultrassonografias e mamografias, e procedimentos de punção de mama, para analisar os tecidos de nódulos e assim investigar lesões. Além disso, as cirurgias de retirada das mamas – mastectomias – e as reconstruções das mamas também são oferecida pelo HU.

    Fernandes explica que a reconstrução pode ser feita tanto por um mastologista como por um cirurgião plástico. “Tanto um como o outro são habilitados pelo Conselho Federal de Medicina para fazer a reconstrução. Nada impede também de estarem os dois profissionais atuando ao mesmo tempo. Aqui no HU temos um bom convívio com a cirurgia plástica e costumamos encaminhar as reconstruções para eles, mas em hospitais que não contam com cirurgiões plásticos, são os mastologistas que fazem,” salienta.

    Rotina de prevenção

    O Instituto Nacional do Câncer (INCA) estima que mais de 52 mil novos casos de câncer de mama surjam em 2013. Fernandes acrescenta que 1,6 mil casos estão previstos para Santa Catarina e, por ano, no Brasil, a mortalidade chega a 10 mil óbitos. O médico reforça que, segundo a Sociedade Brasileira de Mastologia, os procedimentos de prevenção começam a partir dos 20 anos de idade, com o exame clínico anual das mamas. Se não há sintomas, quando chegar aos 40 anos de idade, além do exame clínico, a mulher passa a fazer uma mamografia uma vez ao ano e permanece nessa rotina até os 69 anos, quando poderá ser avaliada a necessidade de continuar com as mamografias. Se não há suspeitas, ela pode passar a fazer os exames a cada dois anos.

    “É importante lembrar que a incidência do câncer de mama aumenta com a idade. Existe comprovação científica que, dos 40 aos 69 anos a mamografia ajuda as pacientes com melhora de sobrevida, ou seja, ela salva vidas. Nesse grupo, a redução da mortalidade que a mamografia traz para as pacientes que desenvolvem o câncer é da ordem de 20 a 30%”, detalha Fernandes.

    Essa rotina é recomendada para pacientes de baixo risco, que não têm qualquer queixa de dor ou nódulos nas mamas. Há um grupo menor, de alto risco – quem tem histórico familiar, biópsia de mama com alto risco de desenvolver câncer, obesidade, tabagismo, não pratica atividade física. Esse grupo precisa começar a prevenção com mamografias mais cedo.

    “Quem tem casos na família em parentes de primeiro grau (mãe, irmã), que desenvolveu a doença na pré-menopausa, ou quem já tem nódulos e fez biópsia com achados que indicam que aquela mama tem um risco muito grande de vir a desenvolver câncer precisa de um acompanhamento mais intenso. É recomendado começar o rastreamento uns 15 anos antes do familiar acometido. Se a mãe teve a doença aos 45, a filha vai começar o acompanhamento aos 30”, destaca o especialista.

    Homens também precisam estar atentos. Fernandes explica que já tratou casos de lesões em mamas masculinas no HU. “A maioria dos casos são ligados à herança genética. O risco de um homem com casos na família desenvolver câncer de mama é 6 a 8%, enquanto que o da mulher é 60 a 80%. Se não há a questão genética, as chances diminuem bastante”, compara. O especialista ressalta que portadores da ginecomastia – condição masculina que ocasiona o crescimento das mamas – têm risco aumentado de desenvolver o câncer em cerca de 6 vezes.

    Também é possível prevenir o câncer de mama com alimentação saudável, atividade física, amamentação e combate à obesidade. Fernandes afirma que o aleitamento, que é recomendado manter de forma exclusiva até o sexto mês do bebê, pode continuar, com o benefício de reduzir o risco de câncer de mama para a mãe em torno de 4% por ano de amamentação. 

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    Mais informações
    Sociedade Brasileira de Mastologia

    Mayra Cajueiro Warren
    Assessoria de Imprensa do Gabinete da Reitoria
    imprensa.gr@contato.ufsc.br / mayra.cajueiro@ufsc.br
    (48) 3721-4081


  • Propesq recebe inscrições ao Prêmio Fundação Conrado Wessel 2013

    A Pró-Reitoria de Pesquisa (Propesq) informa que está recebendo até o dia 7 de novembro indicação de nomes para concorrer ao Prêmio Fundação Conrado Wessel 2013. O prêmio é uma iniciativa anual da Fundação Conrado Wessel destinado a reconhecer personalidade ou entidade no campo da Arte, Ciência, Medicina e Cultura. Para escolher os profissionais, a Fundação solicita a todas as instituições reconhecidas no país que indiquem nomes merecedores dos Prêmios FCW.

    A UFSC poderá indicar até dois nomes nas categorias Ciência, Medicina e Cultura.  A indicação é institucional e os documentos necessários deverão ser entregue na Propesq até o dia 7 de novembro de 2013.
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  • Obra da EdUFSC faz reflexão sobre gênero e discute o local e o global

    Reunindo experiências e conhecimentos acumulados nas últimas décadas, sobretudo a partir dos debates sobre gênero, a Editora da Universidade Federal de Santa Catarina (EdUFSC) publicou dentro da Coleção Geral o livro Saberes e fazeres de gênero entre o local e o global, organizado pelas professoras e pesquisadoras Luzinete Simões Minella e Susana Bornéo Funck. Dividido em quatro grandes temas, a obra apresenta 21 artigos, provando que o machismo não tem ideologia, ou seja, ele existe na esquerda, no centro e na direita; além disso, não escolhe classes, podendo ser rico, de classe média ou miserável. O livro pode ser adquirido com 30% de desconto na 12ª Semana de Ensino, Pesquisa e Extensão (Sepex) que ocorre no Campus de Florianópolis da UFSC, até o dia 26 deste mês.

    Os ensaios são resultados das conferências e mesas-redondas ocorridas durante o evento Fazendo Gênero, realizado em Florianópolis em 2004, e que mobilizou especialistas brasileiros e internacionais. As temáticas remetem aos desafios globais e às estratégias políticas locais: feminismo e justiça internacional; tortura; erotismo e frustração; guerra e gênero.

    Na primeira seção, o livro aborda as formas de violência, oficiais ou veladas, que assolam as relações de poder em contextos políticos e sociais. “O bem argumentado texto da filósofa Alison Jaggar nos demonstra como movimentos em prol da justiça e de direitos humanos podem ser solapados por uma posição etnocêntrica e pela ausência de uma visão intercultural”, sublinham as organizadoras. Nesse campo de discussão, destaca-se também o artigo de Cláudia Card sobre a fenomenologia da tortura e sua prática e consequências nas sociedades ocidentais como exercício de poder e dominação.
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  • Livro da EdUFSC analisa linguagem e gênero no cotidiano das relações sociais no Brasil

    Os estudos sobre as relações entre linguagem e gênero, superando o preconceito existente dentro da própria comunidade científica, começam a deixar a condição de “marginalidade” nas universidades brasileiras. Contribuem para isso eventos e publicações como o livro Linguagem e gênero no trabalho, na mídia e em outros contextos, organizado pelas professoras Viviane Maria Heberle, Ana Cristina Ostermann e Débora de Carvalho Figueiredo. O título está sendo oferecido com desconto de 30% na 12ª Semana de Ensino, Pesquisa e Extensão (Sepex), no Campus da UFSC, em Florianópolis, até o dia 26, sábado.

    A obra é mais um resultado concreto do Seminário Internacional Fazendo Gênero, que é promovido de dois em dois anos na UFSC. Essa coletânea de textos preenche uma lacuna na bibliografia nacional, sendo “o primeiro programado de uma série de volumes devotados aos estudos das relações entre linguagem e gênero social”.

    Inovador no contexto acadêmico brasileiro, o livro centra as suas preocupações com aspectos referentes a linguagem e gênero em contextos sócio-culturais em que os textos e falas estão inseridos, usando, portanto, abordagens teóricas diferenciadas. Considerando a multiplicidade de abordagens e cenários de investigação, Linguagem e gênero destina-se não somente ao público acadêmico de graduação ou pós-graduação da área de Lingüística e Letras, mas também abarca a Antropologia, a Educação, a Sociologia, a Comunicação, a História e a Filosofia.
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  • EdUFSC seleciona cem títulos e mil livros para a Sepex

    Foto: Wagner Behr/Agecom/UFSC

    Contribuindo para a popularização do conhecimento e refletindo a produção científica, tecnológica e cultural da instituição, a Editora da Universidade Federal de Santa Catarina (EdUFSC) tem cadeira cativa na Semana de Ensino, Pesquisa e Extensão (Sepex) que acontece há 12 anos no Campus de Florianópolis. Preocupada em divulgar o conceito, a imagem e a sua produção na comunidade universitária e junto à sociedade, a EdUFSC oferecerá, no seu estande, até sábado, dia 26, cerca de cem títulos e mil exemplares. São obras selecionadas das Séries e ColeçõesRepertório, Geral, Urbanismo e Arquitetura da Cidade, Antropologia em Laboratório, Didática, Ethica e Brasil Plural. Todos os títulos com o selo da EdUFSC, incluindo os lançamentos e reedições, abrem o apetite dos leitores com abatimento de 30%.

    A ideia é inserir a editora no cenário cultural da cidade e do Estado e, ao mesmo tempo, buscar uma real aproximação com os Campi de Joinville, Curitibanos e Araranguá, presentes no evento de Florianópolis. Dessa forma, na opinião do diretor executivo Fábio Lopes, a editora participa concretamente da interiorização da Universidade. A 12ª Sepex também se situa como uma oportunidade impar para exibir ao público o seu novo projeto gráfico, ultimado há três anos e coroado recentemente com a “nova cara” da Coleção Didática, que é o carro-chefe da EdUFSC desde o início da década de 1980.

    Estande da EdUFSC na 12ª Sepex.
    Foto: Wagner Behr/Agecom/UFSC

    Atraindo público de todas as idades e de todo Estado, a Sepex é uma espécie de festa da ciência. Principal iniciativa de divulgação científica no Estado e referência dentro da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, a 12ª Sepex montou 126 estandes interativos, viabilizou 180 minicursos e, pelo menos, 20 atividades culturais. A EdUFSC, neste cenário privilegiado, robustece e fortalece a política cultural da Universidade.

    Coerente com as ações afirmativas, os títulos próprios listados nos vestibulares também contam com o desconto de 30%. Três títulos da Editora aparecem nas listas: O Detetive de Florianópolis, de Jair Hamms; Últimos Sonetos, de Cruz e Sousa; e Ecos do Porão, de Silveira de Souza. As publicações da editora também corroboram com a temática da Sepex: Ciência, Esporte e Saúde. Vários títulos abordam assuntos correlacionados. Dois eventos integrados à Sepex legitimam a participação da EdUFSC: o 23º Seminário de Iniciação Científica, com 54 projetos selecionados, e o 1° Simpósio Internacional sobre Interdisciplinaridade no Ensino, Pesquisa e Extensão da Região Sul. Com visão interdisciplinar, a EdUFSC acaba de lançar, por exemplo, a revista cultural Subtrópicos, que, além de propor uma aproximação com a vizinhança da cidade, pretende difundir, de quebra, o selo da editora universitária.

    Quando a EdUFSC nasceu, em 1980, um dos desafios expressos era o de publicar títulos “para atender às necessidades reais da comunidade universitária”. Hoje o desafio permanece. Só que a EdUFSC já consegue atravessar as pontes e se insere, não apenas na cidade e no Estado, mas também no País e fora das fronteiras. Deixou a condição de ilha.

    Mais informações: (48) 3721-9408 / 3721-9686 / Esta imagem contém um endereço de e-mail. É uma imagem de modo que spam não pode colher. / www.editora.ufsc.br.

    Diretor executivo – Fábio Lopes – Esta imagem contém um endereço de e-mail. É uma imagem de modo que spam não pode colher. / (48) 9933-8887.

    Moacir Loth/Jornalista da Agecom/UFSC
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  • Projeto Imagine será lançado em novembro na UFSC

    O Gabinete da Reitoria (GR) e a Secretaria de Relações Internacionais (Sinter) convidam a comunidade universitária para o lançamento do Projeto Imagine, que será realizado no dia 8 de novembro, às 14h, na Sala dos Conselhos (térreo do prédio da Reitoria). Na ocasião, estarão presentes autoridades locais e internacionais, além de representantes das comunidades nas quais o Projeto será implantado, entre eles: o conselheiro para Assuntos Culturais e Educacionais da Embaixada do México, Guillermo Palacios; a embaixadora do Ministério das Relações Exteriores em Florianópolis, Carmen Lídia Richter Ribeiro Moura; a secretária de Educação do Município de Lages, Marimilia Casa Costa Coelho; e o cacique da Aldeia Guarani, Tekoa’Uy’A, Karaí Xondaro. Acesse aqui a programação do evento.

    Na mesma data, jovens das comunidades Guarani Tekoa’Uy’A, de Major Gercino, e da Escola Itinerante da Fazenda do Baú, de Lages, onde o Projeto iniciará ainda em 2013, conhecerão o campus da UFSC.
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