Blog da Gestão
  • HU integra Rede Cegonha do Governo Federal em Santa Catarina

    Reitora Roselane Neckel participa de cerimônia para a assinatura do termo de compromisso para a implantação da Rede Cegonha no atendimento via Sistema Único de Saúde (SUS). Foto: Paulo Goeth/ASCOM/SES

    A reitora da UFSC, Roselane Neckel, e a vice-diretora do Hospital Universitário (HU), Maria de Lourdes Rovaris, participaram da cerimônia para assinatura do termo de compromisso para implantação da Rede Cegonha no atendimento via Sistema Único de Saúde (SUS). O evento aconteceu na tarde da última terça-feira (22) na sede da Centrais Elétricas de Santa Catarina S. A. (Celesc), em Florianópolis, e reuniu representantes das 24 unidades hospitalares que vão compor a rede no estado.

    A reitora destacou a contribuição do projeto e o consequente fortalecimento do Hospital Universitário (HU). “A Rede Cegonha apoia o parto humanizado, amplia os leitos neonatais e fortalece grupos de trabalho que já atuam nessa área. Mais uma vez, registro a importância da classe política para fortalecer o SUS e para buscar verbas públicas para a educação e para a saúde”, disse.

    A Rede Cegonha foi desenvolvida pelo Ministério da Saúde (MS) e tem como propostas o atendimento humanizado e a assistência às gestantes e às crianças. Cerca de R$ 28 milhões serão aplicados para a implantação do programa em 18 cidades catarinenses. O HU, considerado referência em parto humanizado, participa informalmente da Rede desde dezembro de 2012.

    Os recursos a serem destinados ao HU são da ordem de R$ 100 mil e serão empregados em pequenas reformas no ambulatório e na enfermaria e para a compra de equipamentos não invasivos para atender as gestantes. “Hoje podemos ver algo que o Hospital já praticava ser transformado em uma política nacional. O que antes era feito pelo HU agora é feito por uma rede estadual de referência e não mais em locais isolados”, ressalta o diretor do HU, Carlos Alberto Justo da Silva, Professor Paraná.

    A chefe do Centro Obstétrico do HU, Sônia Palácios, informa que cerca de R$ 38 mil serão utilizados para a aquisição de materiais e equipamentos e R$ 60 mil para a reforma, adequação e ampliação de espaços. “Fizemos um levantamento e registramos que foram realizados 906 partos naturais em 2012 e 826 contabilizados em 2013 até o dia 22 de outubro”, afirma.

    Ampliar o acesso e melhorar a qualidade do pré-natal, resguardar o direito das mulheres ao planejamento reprodutivo e assegurar a atenção humanizada – da gestação ao pós-parto – com cobertura pelo SUS são aspectos constantes dos Planos de Ação da Rede Cegonha para Santa Catarina aprovados pelo MS. Assegurar o direito das crianças ao nascimento seguro e ao desenvolvimento saudável também são aspectos considerados por esse modelo de atendimento.

    No ano de 1998, um grupo de profissionais do HU desenvolveu um projeto para que fosse possível a presença de um acompanhante durante o parto. A proposta foi aprovada na esfera estadual em 2002 e, em 2005, foi instituída a Lei nº 11.108, conhecida como “Lei do Acompanhamento”, com abrangência nacional.

    O parto humanizado pode acontecer em casa ou no hospital, na água ou na cama. O acompanhante participa do processo, no qual as decisões da gestante são consideradas e seguem o ritmo fisiológico do nascimento. A proposta é que sejam feitas poucas intervenções médicas, levando em consideração a segurança e a saúde da mãe e do bebê.

    O HU promove o Encontro de Gestantes na primeira terça-feira de cada mês. O objetivo é apresentar os departamentos do Centro Obstétrico às mulheres grávidas, para que possam se familiarizar com o ambiente e obter informações sobre o parto humanizado. “Mostramos todos os equipamentos. A bola, a cadeirinha, o banco, o chuveiro – que pode ser utilizado para aliviar as dores – e também a salinha do bebê, para que fiquem seguras de que eles terão o atendimento adequado”, explica a enfermeira Luana Costa. Residentes e doutorandos, supervisionados pelos médicos responsáveis, integram a equipe que faz os partos humanizados no HU.

    Mais informações pelo telefone (48) 3721-8024.

    Bruna Bertoldi Gonçalves
    (48) 3721-4558 / bruna.bertoldi@ufsc.br
    Assessoria de Imprensa do Gabinete da Reitoria / UFSC


  • Sinter informa agenda de visitas internacionais à UFSC em outubro e novembro

    A Secretaria de Relações Internacionais (Sinter) informa a agenda das visitas de instituições estrangeiras que serão recebidas pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) no final de outubro e em novembro de 2013, como parte de sua política de internacionalização.
    Continue a leitura » »


  • Legislação prevê reconstrução mamária para pacientes de câncer

    Quando é diagnosticada com câncer de mama, a mulher precisa iniciar logo o seu tratamento, que pode ou não envolver intervenções cirúrgicas. Muitas pacientes precisam submeter-se a algum tipo de mastectomia – cirurgia de retirada total ou parcial das mamas – e, simultaneamente ao tratamento, restaurar os seios por meio da cirurgia para reconstrução mamária. O Hospital Universitário Prof. Polydoro Ernani São Thiago da Universidade Federal de Santa Catarina (HU/UFSC) realiza o procedimento. O processo acontece de acordo com a lesão, muitas vezes em etapas, incluindo o trabalho de profissionais como o cirurgião plástico e o mastologista. O objetivo é devolver a aparência natural aos seios e, com isso, elevar a autoestima da mulher.

    Dados do Ministério da Saúde apontam que, em 2012, foram realizadas pelo SUS 1.392 reconstruções mamárias, a um custo de aproximadamente R$ 1,15 milhão. A reconstrução é prevista emlei desde 1999 para as mulheres que sofrerem a retirada total ou parcial da mama, decorrente de utilização de técnica de tratamento de câncer, inclusive pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Em abril deste ano, a lei foi alterada para incluir que a reconstrução pode ser efetuada no momento da mastectomia. Dados da Sociedade Brasileira de Mastologia apontam que, das cerca de 20 mil mulheres operadas, menos de 10% saem dos centros cirúrgicos com os seios reconstruídos.

    O chefe do Serviço de Cirurgia Plástica e Queimados do HU, Jorge Bins Ely, explica que foi feito um cadastramento de centenas de pacientes no ano passado para receberem a cirurgia, mas o hospital precisa de mais profissionais para realizar todas elas. “Hoje há 247 mulheres aguardando a sua vez de receber uma reconstrução mamária pelo HU. O Serviço de Cirurgia Plástica está entre os 10 melhores do Brasil, estamos cada vez mais aumentando o número dessas cirurgias”, explica Ely.

    No ano passado, o HU realizou, com o apoio da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), 59 cirurgias de reconstrução mamária em um mutirão, que envolveu, além dos médicos residentes e da equipe de professores, cirurgiões plásticos voluntários. O professor Ely acrescenta que, independente do mutirão, as cirurgias continuam acontecendo. “Não é pelo fato de ter o mutirão que estamos fazendo essa cirurgia. Fazemos toda semana, normalmente pelos médicos residentes, no terceiro ano de Cirurgia Plástica, sob supervisão direta do staff [equipe de professores]. Oferecemos o serviço, há uma fila grande, mas não está parada, ela anda”, enfatiza.

    Ely é enfático a respeito das cirurgias de reconstrução que ocorrem ao mesmo tempo que a mastectomia. “Pessoalmente, sou contra, porque faz parte da mudança de autoimagem a pessoa ver o que ficou. A paciente tem que se ver sem a mama. Além disso, um diagnóstico definitivo, com o exame patológico completo, com contraste, leva até uma semana. É ideal esperar esse tempo, pois pode-se acabar retirando menos do que o necessário e o câncer voltar”, argumenta.

    O cirurgião plástico Rodrigo d’Eça Neves, professor Titular de Cirurgia Plástica da UFSC, afirma que o processo de reconstrução depende do estágio no qual a lesão é descoberta.

    Há quatro possíveis cenários nos quais a cirurgia plástica pode ajudar, conforme enumerado pelo especialista. O primeiro, quando a descoberta é precoce, demanda a retirada de um pequeno segmento da mama, que é corrigido na mesma cirurgia. O segundo, quando a lesão é maior, mas permite a manutenção de pele e aréola, o que possibilita a reconstrução do seio no mesmo ato da retirada, podendo utilizar diretamente uma prótese mamária ou não. A terceira situação, que demanda que hajam cirurgias separadas, acontece quando há maior retirada de pele com manutenção ou não da aréola. Para isso, é preciso utilizar um expansor de pele, que fica no local da mama até que possa ser substituído pela prótese definitiva. Já o quarto cenário, que também precisa de mais de uma cirurgia, ocorre quando é retirada muita pele, sem possibilidade de distensão.

    “Nesse último caso, se utiliza o retalho do músculo grande dorsal [costas da paciente], com ilha de pele para cobrir a prótese mamária, que fará o volume. Da mesma forma, quando se retira também o músculo peitoral da mama, e uma grande porção de pele, utiliza-se o retalho abdominal que leva um bom volume de pele e evita o uso de prótese”, explica o cirurgião. Neves acrescenta que há também o uso da tatuagem, para devolver a pigmentação à aréola do seio, principalmente em caso de perda da cor da pele transplantada, o que pode ocorrer com o tempo.

    O médico destaca que a cirurgia plástica brasileira continua sendo referência. “Estas opções são as melhores técnicas que existem. Muito nos orgulha o fato do Brasil ser proa da cirurgia plástica mundial. Temos melhor qualidade individual por cirurgião, mas perdemos no número de cirurgias para os Estados Unidos, pelo melhor poder aquisitivo norte-americano”, complementa.

    Limitações

    Apesar de ser garantida por lei, a cirurgia de reconstrução nem sempre é buscada. “Algumas [pacientes] por qualquer motivo, não desejam realizar nenhuma cirurgia. Outras, têm o desejo e não buscam socorro por medo ou desconhecimento. As instituições oferecem este tratamento, mas elas têm capacidade de absorção reduzida, o que gera um pré-agendamento, às vezes de espera prolongada. O mesmo serviço que se ocupa destas correções atende outras patologias, muitas delas mais urgentes”, detalha o cirurgião.

    Neves deixa o seu recado às mulheres com câncer de mama que porventura tenham abalada a sua autoestima: não tenham vergonha. “As pessoas somente devem ter vergonha daquilo que fazem de forma intencional ou omissa e não de um mal desagradável que lhes acometam”, finaliza.

    Notícias relacionadas:
    Reitoria da UFSC ilumina-se de rosa pela prevenção do câncer de mama

    Mais informações:
    Página do Instituto Nacional do Câncer sobre o Outubro Rosa
    Envie um e-mail para o Serviço de Cirurgia Plástica e Queimados (HU)
    Infográfico em vídeo com técnicas de reconstrução mamária
    Teste seus conhecimentos: Mitos e verdades sobre o câncer de mama

    Mayra Cajueiro Warren
    Assessoria de Imprensa do Gabinete da Reitoria
    imprensa.gr@contato.ufsc.br / mayra.cajueiro@ufsc.br
    (48) 3721-4081


  • Serviço de Hemoterapia do Hospital Universitário da UFSC precisa de doação de sangue

    O Serviço de Hemoterapia do Hospital Universitário (HU) da UFSC solicita a cooperação de todos os potenciais doadores de sangue, pois o hospital vem realizando transplantes hepáticos, entre outros procedimentos, e precisa manter o estoque de sangue e derivados.

    Local e horário para doação:
    Unidade de Coleta de Doadores de Sangue do HU UFSC
    Ed. Voluntária Dona Cora – Prédio da AAHU – Trindade – Florianópolis (SC)
    De segunda a sexta-feira, das 7h30min às 12h.
    Continue a leitura » »


  • Intercâmbio: inscrições abertas para Ciência sem Fronteiras e Erasmus Mundus LINDO

    A Secretaria de Relações Internacionais (Sinter) da Universidade Federal de Santa Catarina divulgou duas chamadas para intercâmbio no exterior: o Ciência sem Fronteiras e o Programa Erasmus Mundus LINDO.

    O Ciência sem Fronteiras recebe inscrições até 29 de novembro para intercâmbio na modalidade graduação sanduíche em 20 países.A Sinter relaciona os procedimentos necessários para participar do programa: http://sinter.ufsc.br/2013/10/17/novo-edital-da-ufsc-para-o-programa-ciencia-sem-fronteiras-inscricoes-abertas/
    O Programa Erasmus Mundus LINDO está com inscrições até 31 de outubro para candidatura dos alunos da UFSC às bolsas da segunda chamada, na modalidade Latin America International Network for the Development of Opportunities. As normas e os procedimentos estão explicados neste link: http://sinter.ufsc.br/2013/10/22/inscricoes-para-o-programa-erasmus-mundus-lindo-encerrarao-em-31-de-outubro/

    Fonte: Sinter


  • EdUFSC lança quarta edição revista de Matemática Financeira

    Integrando a conceituada Coleção Didática da Editora da Universidade Federal de Santa Catarina (EdUFSC), o livro Matemática Financeira através de HP-12C, de Fernando Guerra, não é uma obra útil apenas para professores, estudantes, pesquisadores, economistas e contadores, mas serve também ao público em geral, sobretudo no momento em que “fazer contas” é fundamental para sobrevivência num mercado cada vez mais concorrido e predatório. “Nesta hora a Matemática pode fazer a diferença”, avisa o autor.

    A quarta edição revista de Matemática Financeira, que era editada com a tradicional capa amarela, dá continuidade ao novo projeto gráfico da EdUFSC que optou por cores diversas para cada título da Coleção Didática. A nova edição é laranja. Os outros dois títulos relançados da coleção, atendendo ao novo padrão editorial, são Introdução à Engenharia, de Walter Antonio Bazzo e Luiz Teixeira do Vale Pereira; eFundamentos de Sistemas Hidráulicos, de Irlan von Linsingen. O primeiro, em homenagem aos seus 25 anos, ganhou prata. E o segundo ficou azul. Os três clássicos chegam, em 2013, a sua quarta reedição. A EdUFSC, fundada em 1980, publica várias coleções: Geral, Urbanismo e Arquitetura da Cidade, Repertório, Antropologia em Laboratório, Ethica, Brasil Plural, entre outras. Didática é o carro-chefe há três décadas.

    O livro de Fernando Guerra “escancara” a Matemática Financeira aplicada à calcu
    Continue a leitura » »


  • Conheça Rosemar da Silva, coordenadora de apoio administrativo da Secult

    Formada em Pedagogia e com duas especializações na área, hoje Rosemar da Silva cursa mestrado em Administração Universitária. Ela acredita que uma pessoa deve seguir vários caminhos ao longo da vida e manter diversas áreas de interesse. Apaixonada por musicais, aprendeu a tocar violão, mas se arrepende de não ter desenvolvido também a habilidade de tocar piano. Na Secretaria de Cultura (Secult), trabalha como coordenadora de apoio administrativo e se encanta com os projetos que são desenvolvidos na comunidade universitária.

    Rosemar da Silva começou a trabalhar na Universidade em 1985, como pedagoga, no antigo jardim de infância da Associação de Servidores da UFSC, hoje Centro de Educação Infantil Flor do Campus. Lá permaneceu por cinco anos, até ser transferida para a Pró-Reitoria de Graduação (Prograd), onde passou a exercer função administrativa e foi se distanciando da área da pedagogia. Rosemar diverte-se ao lembrar que nessa época – início dos anos 90 –, foram implantados os computadores, hoje tão comuns no nosso dia a dia. “Era a grande novidade entre os trabalhadores”, conta rindo.

    Rosemar da Silva, coordenadora de apoio administrativo.
    Foto: Gabriela Dequech – AI/GR

    Florianopolitana, casada e apaixonada por literatura, nos últimos meses, a coordenadora não tem tido tempo para ler romances, pois está focada em terminar o mestrado e as leituras são todas relacionadas ao curso. Em novembro, participará do XIII Colóquio Internacional sobre Gestão Universitária nas Américas, em Buenos Aires.  A cidade ela já conhece, pois comemorou o aniversário de 15 anos da filha Elisa por lá. “É uma cidade linda”, diz.

    Hoje com 20 anos, Elisa cursa Ciências da Computação na UFSC. Orgulhosa, a mãe conta que ela passou no Vestibular com apenas 16 anos. Rosemar acredita que a formação em Pedagogia ajudou muito na criação da jovem. “Fiquei com um campo de visão maior, embora seja natural os pais errarem”, reflete. Em fevereiro, as duas vão viajar para a Europa e conhecer seis países: Portugal, Espanha, Itália, França, Suíça e Inglaterra. “Vamos fazer um apanhado geral”, brinca a pedagoga.

    A coordenadora começou a trabalhar em setores ligados à cultura em 2004, na então Pró-Reitoria de Cultura e Extensão. Em 2008, houve a desvinculação das duas áreas e foi criada a Secretaria de Cultura e Arte, que, em 2012, deu origem à Secretaria de Cultura (Secult). A secretaria tem como objetivo ampliar o espaço de cultura da Universidade e fornecer estrutura para que a arte e a cultura alcancem as unidades de ensino. “Afinal, o aluno é a alma da Universidade”, afirma Rosemar da Silva. “Qualquer área acadêmica pode ser trabalhada dentro das artes e da cultura”.

    Gabriela Dequech Machado
    Estagiária na Assessoria de Imprensa do Gabinete da Reitoria


  • “Museu em Curso” faz parte da homenagem aos 110 anos de Oswaldo Rodrigues Cabral

    Nesta quinta-feira, 24 de outubro, às 14h30min, no Auditório do MArquE, está programado o “Museu em Curso” com as historiadoras Janice Gonçalves e Patrícia de Freitas. Neste mês de outubro, o Museu de Arqueologia e Etnologia Professor Oswaldo Rodrigues Cabral (MArquE), da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), realizará o evento “Oswaldo Rodrigues Cabral: Memória e Notícia – 110 anos”, em homenagem aos 110 anos de nascimento e ao legado do Professor que dá nome e é figura central da história do Museu.

    A programação completa está disponível no site http://museu.ufsc.br/.

    Quem foi Oswaldo Rodrigues Cabral?

    Oswaldo Rodrigues Cabral foi médico, professor, pesquisador, autor de diversas obras sobre a história, cultura e sociedade em Santa Catarina e Florianópolis. Foi um dos grandes impulsionadores do Instituto de Antropologia da UFSC, origem do atual Museu de Arqueologia e Etnologia Oswaldo Rodrigues Cabral (MarquE/UFSC).

    Nasceu em Laguna, em 11 de outubro de 1903 e faleceu em Florianópolis, em 17 de fevereiro de 1978.
    Continue a leitura » »


  • SeTIC alerta sobre envio de e-mails falsos na UFSC

    A Superintendência de Governança Eletrônica e Tecnologia da Informação e Comunicação (SeTIC) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) informa que, devido a um problema no sistema de armazenamento do Centro de Dados, alguns serviços apresentaram instabilidade, nesta segunda-feira, 21 de outubro. Os principais serviços afetados foram: sistemas de gestão (SPA, SCL, ADRH, Biblioteca Universitária – empréstimo), serviço institucional de páginas (Páginas UFSC), e-mail institucional e a redeUFSCSemFio.

    Desta forma, alguns “spammers” se aproveitaram para enviar e-mails falsos e tentar roubar dados dos usuários. A SeTIC salienta que nunca pede dados de login e senha por e-mail.

    Exemplo de e-mail falso enviado ao usuário da UFSC:

    Informações: (48) 3721-6333.


  • Fórum para avaliação dos cursos pelos estudantes recebe inscrições até 23 de outubro

    A Pró-Reitoria de Graduação (Prograd) da UFSC convida a comunidade acadêmica para o I Fórum de Avaliação de Curso pelos Estudantes, que será realizado no dia 29 de outubro, das 8h30min às 18h, no Auditório da Reitoria. O Fórum objetiva discutir o tema para reformulação da avaliação discente atual. 

    Até o dia 23 de outubro, centros acadêmicos, coordenações de curso, chefias de departamento, estudantes, professores e técnico-administrativos podem se inscrever para relatar a experiência de avaliações no seu curso.

    Preencha a ficha de inscrição e encaminhe para Esta imagem contém um endereço de e-mail. É uma imagem de modo que spam não pode colher.. Sua inscrição será confirmada por e-mail.http://noticias.ufsc.br/wp-includes/js/tinymce/plugins/wordpress/img/trans.gif

    http://noticias.ufsc.br/wp-includes/js/tinymce/plugins/wordpress/img/trans.gifO que você acha que pode mudar na atual avaliação do curso realizada pela Prograd? O seu curso realiza uma avaliação própria? Vamos trocar experiências?

    Programação:

    8h30min
    Mesa-redonda sobre a avaliação dos cursos pelos estudantes com a Prograd, a Pró-Reitoria de Planejamento (Proplan) e o Diretório Central dos Estudantes (DCE).

    14h
    Relatos de experiências sobre avaliações de cursos pelos discentes.

    Mais informações no site prograd.ufsc.br ou pelo telefone (48) 3721-8307.